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Policial: incêndio destrói plantação do acampamento união no MST e MPA em Ponto Novo

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Mais um incêndio com grandes proporções atingiu parte das plantações de 56 famílias acampadas ligadas ao Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) e do Movimento dos Pequenos Agricultores (MPA), na tarde da última sexta-feira (19), em Ponto Novo (BA). O crime ocorreu três dias após completar um ano de ocupação da terra que funcionava o projeto do agronegócio do Sitio Barreira, na BR 407 km 177.

Dessa vez o incêndio foi na sede, a fumaça trouxe transtornos e cheiro forte que se espalhou pelos arredores. Durante todo o tempo o fogo permaneceu queimando as plantas. Segundo os moradores, o corpo de bombeiros foram chamados mas nada puderam fazer para apagar o fogo.

Não se sabe quem colocou fogo, mas as evidências apontam mais um incêndio criminoso que acontece pela quarta vez no local. Os acampados da região denunciam que já vinham sofrendo ameaças, o que desperta suspeitas de forte disputa entre os trabalhadores rurais e fazendeiros, políticos e empresários.

Esses grupos não aceitam os pequenos agricultores se organizarem e ocuparem aquela terra para uma produção coletiva, e tentam de toda forma espalhar a barbárie contra o acampamento União. Recentemente, cortaram os fios do arame que cercava a roça para colocar o gado no local, o que já vinha destruindo suas plantações.

Os acampados e acampadas ainda denunciam que na noite do dia 23 de setembro, quando algumas pessoas se encontravam na portaria, apareceu um uno branco, e os ocupantes do veículo dispararam três tiros e foram embora. Deixando a todos e todas preocupados.

Diante dessa situação, a Comissão Pastoral da Terra (CPT Regional Bahia) espera que os órgãos governamentais tomem providencias em relação as ameaças e criminalização aos trabalhadores e trabalhadoras do acampamento União, ligado aos movimentos do MST e MPA.

A ORAÇÃO SALVA!!!! 

O Fogo que destrói, que apavora é controlado com oração.O poder de Deus.Uma noite conflituosa.O Fogo não acabou. Porém está baixíssimo.E o vento não trouxe para o maior patrimônio: As pessoas.Também não atingiu as estruturas.O corpo dói,A indignação grita por justiça.Em mim há um sentimento na alma de grito por justiça.E um outro lado sacudindo a poeira. O cheiro forte da fumaça define que Em Ponto Novo a crueldade é elemento natural.

Texto: CPT Bahia
Poema: Socorro Varela/ Militante do MST
Fotos: Thomas Bauer/ CPT Bahia

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Itiuba

Embasa trabalha para regularizar fornecimento de água em Itiúba

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A Embasa informa que o fornecimento de água em Itiúba foi afetado desde ontem (19) após equipamentos de bombeamento de água apresentarem mau funcionamento. As localidades de Rômulo Campos, Picos, Cacimbas e Fazenda Carrapato tiveram o abastecimento totalmente suspenso, enquanto parte da sede municipal recebe água em vazão reduzida proveniente da Barragem de Ponto Novo. 

A divisão eletromecânica da Embasa está realizando a substituição dos equipamentos e deve concluir os trabalhos totais, incluindo serviços de manutenção, na próxima sexta-feira (22). Após a conclusão, o abastecimento de água será retomado em sua vazão normal, com regularização gradativa. A empresa pede a compreensão da população afetada.

Assessoria de Comunicação da Embasa

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Jaguarari

Prefeitura de Jaguarari disponibiliza ouvidoria para atendimento ao cidadão

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A Prefeitura de Jaguarari disponibiliza a partir desta quarta-feira (20) o canal da “Ouvidoria Municipal” para se aproximar ainda mais da população, que ganha um espaço onde podem fazer suas reivindicações, sugestões, reclamações ou também propor idéias e iniciativas a administração municipal. A ouvidoria está instalada na sede da prefeitura, em frente à Praça Alfredo Viana, Centro, ou pelo telefone (74) 99977-0507, de segunda à sexta-feira, das 08:h às 12:h e das 14:h às 17h.

Para o Prefeito Everton Rocha, o serviço é uma forma de mediar e estreitar o relacionamento entre o cidadão e administração. “A partir da manifestação do cidadão, a ouvidoria busca melhorar a qualidade de atendimento de serviços públicos oferecidos a população”, pontuou o prefeito.

A ouvidoria já está estruturada e conta com um servidor responsável por registrar os contatos telefônicos e encaminhar estas demandas aos setores competentes dentro da administração municipal. Entre as tarefas da ouvidoria, estão: assegurar os direitos do cidadão; responder com clareza a todas as informações solicitadas e orientar sobre como proceder para solucionar o problema, se não puder atender à solicitação.

ASCOM – Prefeitura de Jaguarari

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Noticias

Solidariedade ao GUERREIRO DE LUZ! DORI!!!

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Alegria substituída por tristeza e muita dor.

Tanto a acusação quanto o ato de condenação em minha humilde opinião foram atitudes arbitrárias no campo do judiciário, e ocorreram a partir de elementos que não configuram provas concretas de crime praticado.

Estamos assistindo uma verdadeira politização do Direito e a lógica “punitivista exemplar” operam, nesta condenação, como uma ameaça à democracia e ao direito de manifestação cultural de qualquer cidadã e cidadão Bonfinense em defesa de um dos nossos maiores patrimônio cultural.

É de gerar questionamentos e indignação a afirmação do Juiz de que o réu pratica terror à sociedade e produz ameaça a nossa população praticando uma cultura centenária em nossa cidade.

A utilização do Direito Penal, baseado nas características da acusação exclui da decisão as garantias constitucionais e instala mais um “punitivismo” fora de uma perspectiva constitucional de julgamento e defesa, na democracia plena.

Vejamos o que expressa os art. 215 da nossa constituição;

“Art. 215. O Estado garantirá a todos o pleno exercício dos direitos culturais e acesso às fontes da cultura nacional, e apoiará e incentivará a valorização e a difusão das manifestações culturais.
§ 1.º O Estado protegerá as manifestações das culturas populares, indígenas e afro-brasileiras, e das de outros grupos participantes do processo civilizatório nacional”.

Condenar pessoas por características de liderança para usar como exemplo é injusto, preconceituoso e deixa evidente a fragilidade do julgamento e da sentença decretada.

Publicamente, manifestamos nossa indignação e solidariedade aos espadeiros “condenados”, através de ODORIVALDINO SOARES BRANDÃO.

Marlon Reis

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