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Após ser acusado de assédio, técnico não comparece à depoimento

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Após ser acusado de abuso sexuais, em reportagem do Fantástico, da “Rede Globo”, o ex-técnico de ginástica artística brasileira, Fernando de Carvalho Lopes não compareceu ao depoimento desta quarta-feira na Delegacia da Mulher, da Criança e do Adolescente (DDM) de São Bernardo do Campo, por alegar consulta médica. O caso corre desde 2016, quando um processo em segredo de Justiça foi ingressado pelo pai de um menor de 18 anos que disse ter sofrido assédio.

No inquérito policial apresentado, o caso é enquadrado como estupro de vulnerável, de acordo com o art. 217 do Código Penal. Mesmo com a sua ausência, o treinador será ouvido pelas autoridades policiais. A data e o horário ainda não estão marcados.

Ao todo, 20 pessoas já foram ouvidas, entre atletas, ex-atletas e pessoas que tiveram alguma ligação com Lopes nos últimos anos. Ele trabalhou no Mesc (Movimento de Expansão Social Católica), do qual foi afastado de todos os cargos na última segunda-feira.

Lopes foi técnico da seleção brasileira masculina de ginástica artística entre 2014 e 2016. Neste período, também foi treinador particular de Diego Hypolito. O ginasta e campeão olímpico também revelou, nesta semana, que sofreu assédios no início da carreira.

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Esporte

Brasil apresenta candidatura para sediar a Copa do Mundo Feminina de 2023

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Foto: Getty Images / Divulgação / Fifa

O Brasil se candidatou para ser sede da Copa do Mundo Feminina de 2023. A Fifa divulgou na manhã desta terça-feira (19), que nove países estão interessados em receber o torneio. Além do Brasil, Argentina, Bolívia, Colômbia, Japão, Coreias do Sul e do Norte juntas, Austrália, Nova Zelândia e África do Sul. Nenhuma dessa nações abrigou a competição. É a maior lista de candidaturas desde 1991 quando o Mundial Feminino passou a ser disputado.

Todos os candidatos tem até o dia 16 de abril para submeter seus projetos. Os planos serão divulgados no site da Fifa em outubro. O anúncio do país escolhido está previsto para 2023. A próxima edição da Copa do Mundo Feminina da Fifa vai acontecer na França e será disputada entre 7 de junho e 7 de julho deste ano. O Brasil está no Grupo C do torneio e a estreia está marcada para o dia 9 contra a Jamaica. Quatro dias depois, as brasileiras encaram a Austrália e o terceiro jogo da primeira fase será no dia 18 de junho contra a Itália.

BN

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Esporte

Proposta para nova Copa divide opiniões; novo torneio de clubes tem mais chance de ser aprovado

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A cúpula da Fifa se reúne em Miami nesta semana para discutir mudanças importantes na próxima edição da Copa do Mundo e no calendário do futebol mundial. Uma dessas novidades será o Mundial de Clubes. Um novo formato para o torneio será decidido em Miami, e tudo indica que vai prevalecer a proposta de um campeonato disputado por 24 clubes a cada quatro anos.

O GloboEsporte.com adiantou em abril do ano passado como seria o formato preferido pela Fifa, e a estreia do novo Mundial de Clubes deve ser em 2021. A reunião do Conselho da Fifa nos EUA também vai servir para definir as sedes das duas últimas edições do torneio, em 2019 e 2020.


Real Madrid comemora sétimo título Mundial de Clubes; torneio continua até 2020 — Foto: REUTERS/Suhaib Salem

A Conmebol chegou a apresentar uma proposta diferente, de um Mundial de Clubes anual, com 12 times. Mas a proposta não teve tanta aceitação e a confederação sul-americana praticamente já jogou a toalha. Tal como existe hoje, o Mundial de Clubes é avaliado dentro da Fifa como um fracasso técnico, de público e de crítica. O novo torneio teria 24 clubes, sendo 12 da Europa. CLIQUE AQUI para ver o modelo discutido para o Mundial de Clubes.

Inchaço da Copa de 2022

O presidente da Fifa, Gianni Infantino, também vai apresentar ao Conselho da entidade (formado por 36 representantes das confederações continentais) o estudo de viabilidade sobre a ampliação da Copa do Mundo de 2022 para 48 seleções. Essa mudança já foi aprovada para 2026 – quando o torneio será organizado por EUA, México e Canadá. Infantino quer antecipar a ideia já para o próximo mundial.

VEJA TAMBÉM: Fifa confirma Copa do Mundo com 48 seleções e overdose de partidas

A proposta enfrenta forte oposição do Catar, que em 2010 ganhou o direito de ser sede da Copa de 2022 em meio a um processo marcado por denúncias de corrupção – ao qual se seguiram denúncias de trabalho escravo. O embaixador do Catar no Brasil, Mohammed Al-Hayki, disse ao GloboEsporte.com no ano passado que o país do Oriente Médio enxerga tal movimento como uma tentativa de “sabotagem”.

LEIA MAIS: Fifa encontra dificuldades para ampliar Copa de 2022 para 48 participantes

Projeto do estádio de Lusail, da Copa do Mundo do Catar 2022 — Foto: Divulgação

Projeto do estádio de Lusail, da Copa do Mundo do Catar 2022 — Foto: Divulgação

Copa América 2020

Além da reunião do Conselho da Fifa, Miami vai abrigar várias reuniões das confederações continentais – a cúpula da Conmebol, por exemplo, se reúne na quarta-feira.

Neste encontro, cartolas sul-americanos vão decidir o que fazer com a Copa América de 2020 – a competição deste ano, no Brasil, será a última em anos ímpares. O torneio passará a ser disputada em anos pares a partir da próxima temporada, sempre a cada quatro anos (2020, 2024, 2028…).

No momento, a Argentina hoje é a única candidata oficial a organizar a competição de 2020, que já está no calendário da Fifa. Mas a organização deste torneio virou alvo de uma disputa com a Concacaf.

Recentemente, a US Soccer (a CBF dos EUA) convidou os países sul-americanos para jogar uma copa continental em 2020, em solo americano. A Conmebol recusou e fez um convite para que EUA e México disputarem a Copa América. O convite também foi rejeitado.

Como pano de fundo nessa discussão, está o apoio da Concacaf ao projeto sul-americano de organizar a Copa do Mundo de 2030. O resultado da disputa sobre a Copa América de 2020 terá consequências em outras esferas.

G1

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Ex-presidente do Vasco, Eurico Miranda morre aos 74 anos

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O mais icônico dirigente do Vasco saiu de cena nesta terça-feira. Aos 74 anos, Eurico Miranda morreu em um hospital na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio de Janeiro, vítima de câncer no cérebro. Atualmente, ele estava no cargo de presidente do Conselho de Beneméritos do clube. Ele deixa quatro filhos.


Eurico Miranda, ex-presidente do Vasco — Foto: Leonardo Magliano

Nos últimos meses, Eurico não fez aparições públicas. Seu estado de saúde se agravou, inclusive com dificuldade para se alimentar. A família montou uma UTI em casa, com home care, com enfermeiras se revezando para cuidar da saúde do dirigente. Visitas, inclusive das pessoas mais próximas, eram controladas pela família.

De ambulância, ele foi levado ao hospital na manhã desta terça. Lá não resistiu e morreu no início da tarde.

Em novembro, numa reunião do Conselho Deliberativo, já bastante debilitado, precisou de ajuda para se levantar e puxar o grito de Casaca, uma tradição do Vasco à qual se habituou a liderar.

No mesmo evento, Eurico anunciou que diminuiria a frequência de suas visitas ao Vasco e se limitaria a reuniões do Conselho de Beneméritos e do Conselho Deliberativo. Ele havia dispensado seguranças e motoristas.

Eurico em uma de suas últimas visitas a São Januário em jogo do Vasco — Foto: André Durão / GloboEsporte.com

Eurico em uma de suas últimas visitas a São Januário em jogo do Vasco — Foto: André Durão / GloboEsporte.com

Eurico se encontrava em estado debilitado desde o início de 2018. Mesmo assim, foi figura presente em jogos do Vasco em São Januário – chegou até mesmo a ir aos treinos do elenco no CT do Almirante, em Vargem Pequena.

Antes da atual doença, o dirigente conseguiu superar um câncer na bexiga e outro no pulmão. Nos últimos meses, andava de cadeira de rodas. Recentemente, passou a se tratar em casa, com idas frequentes ao médico.

Eurico foi presidente do Vasco em dois períodos: de 2003 a 2008, e de 2015 a 2017. Também foi vice-presidente de futebol do clube entre 1990 e 2002, tendo participado do período de maiores conquistas do clube, como o Campeonato Brasileiro de 1997, a Copa Libertadores de 1998, a Copa João Havelange de 2000 e a Copa Mercosul de 2000.

G1

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