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Bolsonaro diz na ONU que ataques sensacionalistas por fogo na Amazônia despertaram sentimento patriótico

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© Reuters/CARLO ALLEGRI

O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta terça-feira, em discurso na Assembleia Geral da ONU, que o seu governo está comprometido com a preservação do meio ambiente e desenvolvimento sustentável e reiterou a soberania do Brasil sobre a Amazônia.

Alvo de críticas e polêmicas devido à política ambiental, Bolsonaro afirmou que ataques sensacionalistas, por grande parte da mídia internacional, devido aos incêndios na Amazônia despertaram um sentimento patriótico no país.

“Agradeço os que não embarcaram nessa posição, especialmente o presidente (dos EUA), Donald Trump”, disse Bolsonaro no discurso na sede da Organização das Nações Unidas, em Nova York.

Bolsonaro afirmou ainda que é uma “falácia” dizer que Amazônia é um patrimônio da humanidade e reclamou, sem citar nominalmente, a reação da França.

“Outro país embarcou em falácia da mídia sobre a Amazônia e nos tratou com desrespeito e espírito colonizador”, disse Bolsonaro, numa referência ao presidente francês, Emmanuel Macron.

Bolsonaro reiterou ainda que o Brasil não vai aumentar para 20% sua área já demarcada de reservas indígenas, sob argumento de que índios não podem ser “latifundiários pobres em cima de terras ricas”.

(Edição de Maria Pia Palermo)

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Tragédia interrompe sonho de filha de Kobe Bryant no basquete

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Foto: Reprodução / Instagram

Não eram apenas os laços familiares que uniam Kobe Bryant, 41, e sua filha Gianna, 13, ambos mortos após acidente de helicóptero neste domingo (26). O amor pelo basquete também era compartilhado por eles.

Entre os milhões que admiravam o ex-jogador do Los Angeles Lakers, uma fã em especial teve o que tantos gostariam de ter: um treinamento de elite com um dos maiores atletas da história.

Gigi Bryant era constantemente filmada com o pai na primeira fileira do ginásio Staples Center ou jogando bola em alguma quadra, quando tinha o privilégio de ouvir a leitura do seu jogo diretamente de Kobe. Quando era criança e o pai ainda estava em atividade na NBA, ela acompanhava o mentor e até participava do aquecimento da equipe junto de sua irmã mais velha.

Kobe deixa três filhas: uma de 17 anos, uma de 3 e uma nascida em junho do ano passado.

O sonho da menina era ser jogadora da WNBA -a liga norte-americana de basquete feminino. Para ajudá-la nisso, mesmo após se aposentar, em 2016, ele se manteve próximo das quadras treinando as filhas, em especial Gigi.

Promissora, a garota atraiu os holofotes com jogadas plásticas que aprendeu com o pai. Analistas destacaram a semelhança do seu “fadeaway” -arremesso convertido com o jogador projetando o corpo para trás- com o do astro, uma de suas assinaturas de jogo.

Ela tinha herdado também a facilidade para o drible e as jogadas plásticas, como o giro com a bola antes de partir para a cesta.

A menina pretendia jogar pela UConn, dinastia dos esportes universitários. Kobe era amigo do técnico da equipe feminina, Geno Auriemma, e constantemente levava a família para assistir às partidas.

A viagem de helicóptero em que estavam pai e filha neste domingo era programa corriqueiro dos dois. Fã de Trae Young, do Atlanta Hawks, e Luka Doncic, do Dallas Mavericks, ambos em seu segundo ano na NBA e já selecionados para o All-Star Game, Gigi adorava ver jogos de basquete nos ginásios.

Foi ela quem convenceu Kobe a voltar a assistir às partidas depois que ele deixou as quadras. O “Black Mamba”, apelido do ex-jogador, passou também a treinar o time de basquete da escola de Gigi. A adolescente treinava ainda pela Mamba Sports Academy, aberta há pouco mais de um ano com o apoio do pai para capacitar jovens atletas.

Com personalidade própria, ela não optou pelas camisas 8 ou 24, que ficaram marcadas na trajetória de Kobe. O número escolhido por Gigi foi o 2.

A menina ganhou um apelido em homenagem a ele: “mambacita”, em referência à “mamba mentality”, filosofia pregada por Kobe que pregava a vontade de sempre aprimorar seu próprio trabalho, independentemente das condições.

Em uma entrevista para a revista americana The New Yorker, ele destacou o momento em que percebeu que a menina havia puxado seu gênio: “Ela tinha três anos, estávamos jogando candyland e eu ganhei. Ela não reagiu bem, virando o tabuleiro. Foi quando eu pensei: a criança é igualzinha a mim!”.

Era comum que o pai, orgulhoso, postasse fotos da jovem treinando -até de salto alto– ou conhecendo algum jogador ou jogadora que admirava.

As quatro filhas fizeram com que ele se tornasse uma voz ativa pela valorização das atletas da WNBA, vestindo um moletom da liga e defendendo a equiparação dos direitos da jogadoras em relação aos dos homens da NBA.

Kobe confiava piamente na habilidade de Gianna. Quando a estrela, pai de quatro meninas, era questionada sobre a possibilidade querer um garoto na família para passar suas habilidades com a bola laranja, prontamente respondia: “Eu já tenho uma filha que pode carregar o meu legado”.

BN

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Não entro em guerra comercial, Brasil faz negócios com todos, diz Bolsonaro

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© Reuters/UESLEI MARCELINO

O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta quinta-feira que não vai entrar em guerra comercial, em referência às disputas entre Estados Unidos e China, e destacou que o Brasil não tem restrições de parceiros no comércio internacional.

“Não entro nessa guerra comercial, o Brasil faz comércio com o mundo todo”, disse Bolsonaro, em breve entrevista no Palácio da Alvorada, ao ser questionado sobre críticas de China e Rússia ao que consideram protecionismo dos Estados Unidos.

O presidente disse ainda que a reunião desta semana em Brasília do Brics, grupo formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul, parece um encontro de “velhos amigos”, e destacou, sem dar detalhes: “Boa coisa já está vindo”.

Na véspera, no encerramento do Fórum Empresarial dos Brics, Bolsonaro afirmou que o Brasil está fazendo seu dever de casa para se tornar um mercado cada vez mais atrativo para os investimentos estrangeiros e quer se abrir para o mundo.

(Reportagem de Ricardo Brito)

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Ex-presidente da Uefa, Platini é preso por suspeita de corrupção envolvendo a Copa de 2022

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Michel Platini na sede do CAS em 2016 — Foto: REUTERS/Pierre Albouy

Ex-presidente da Uefa, Michel Platini foi preso na manhã desta terça-feira (horário europeu), em Nanterre, subúrbio de Paris, para depor por suspeitas de corrupção envolvendo a Copa de 2022. O ex-jogador francês, de 63 anos, é um dos investigados em operação que averigua possíveis irregularidades na escolha do Catar como sede do próximo Mundial. As informações foram publicadas em primeira mão pelo site “MediaPart”.

Essa detenção deve dificultar os planos do francês, atualmente suspenso pelo Comitê de Ética da Fifa, de voltar ao futebol. Platini era declaradamente candidato à sucessão de Joseph Blatter como presidente da Fifa antes de os casos de corrupção estourarem em 2015.

Além de Platini, a operação desta terça também mantém sob custódia a ex-conselheira do ex-presidente Nicolas Sarkozy, Sophie Dion, por “suspeita de atos ativos e passivos de suborno”. Claude Gueant, antigo secretário geral do governo, também foi convocado a depor em condição de “suspeito livre” pelo Escritório Central de Luta contra a Corrupção e Infrações Financeiras e Fiscais (OCLCIFF).

A primeira investigação sobre corrupção e conspiração criminal na escolha do Catar como sede da Copa de 2022 foi aberta pela Promotoria Financeira Nacional (PNF) da França em 2016. Em dezembro de 2017 Platini foi ouvido como testemunha e admitiu que votou no Catar em dezembro de 2010, quando o país foi apontado como sede do Mundial.

Segundo o jornal “Le Monde”, o foco da PNF é um almoço organizado no Palácio do Eliseu, sede do governo francês, em 23 de novembro de 2010. No evento estavam presentes Nicolas Sarkozy, Michel Platini, o Emir do Catar, Tamim Ben Hamad Al Thani, e o então primeiro ministro do emirado, Sheikh Hamad, Bem Jassem.

Platini foi presidente da Uefa de 2007 a 2015, quando foi banido do futebol por oito anos após ser considerado culpado de receber pagamentos indevidos do ex-presidente da Fifa, Joseph Blatter. Após recurso no Tribunal Arbitral do Esporte (TAS), a punição aplicada pelo Comitê de Ética da Fifa foi reduzida duas vezes até ser definida em quatro anos. Ela se encerrara em outubro deste ano, quando ele poderia voltar a exercer “atividades relacionadas a futebol”.

No início do mês, ele deu uma entrevista coletiva em Paris que foi um ensaio dessa volta à política do esporte. Ele detonou o presidente da Fifa, Gianni Infantino, de quem foi chefe na Uefa durante nove anos.

– Ele não tem credibilidade para ser presidente da Fifa.

Infantino respondeu numa entrevista coletiva dois dias depois, ao ser reeleito presidente da Fifa até 2023.

– O bonito da democracia é que cada um pode falar o que pensa. Mas para participar do mundo do futebol é preciso seguir certas regras, impostas pelo Comitê de Ética da Fifa e pelo Tribunal Arbitral do Esporte.

A Fifa emitiu nota oficial afirmando que não tem maiores detalhes para comentar a prisão de Platini, mas reitera o total comprometimento com as autoridades de qualquer país do mundo onde haja investigações relacionadas ao futebol.

G1

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