Conecte-se conosco

Economia

Caixa divulga orientação para desbloqueio de contas

Publicado

em

© Fornecido por RedeTV! (Foto:ABr)

A partir desta quinta (23), os usuários do Caixa Tem, usado no recebimento do auxílio emergencial, que tiveram contas bloqueadas preventivamente por inconsistência cadastral poderão realizar o envio de documentos por meio do aplicativo para realizar o desbloqueio em até 24 horas. O Caixa Tem apresentará as orientações necessárias que o beneficiário deverá seguir no próprio aplicativo.

No caso de contas bloqueadas por indícios de fraudes, os usuários serão informados por meio do aplicativo Caixa Tem para que se dirijam a uma agência de acordo com calendário escalonado por mês de aniversário. Segundo o banco, o objetivo é evitar filas nas agências e aglomerações.

Veja as datas dos desbloqueios:

MES DE ANIVERSÁRIODATA PARA OS DESBLOQUEIOS (INÍCIO)
Janeiro, fevereiro e marçoaté 24 de julho
Abril e maiode 27 a 31 de julho
Junho e julhode 3 a 7 de agosto
Agosto, setembro e outubrode 10 a 14 de agosto
Novembro e dezembrode 17 a 21 de agosto

Combate a fraudes

O banco disse ainda atua de forma conjunta com os órgãos de segurança pública para mitigar riscos de fraudes e garantir nível adequado de segurança no pagamento do auxílio emergencial e demais benefícios sociais.

A Caixa reforça que o aplicativo tem” múltiplos mecanismos integrados de segurança, mantendo-se inviolável e seguro”. “Recomenda-se aos usuários utilizar apenas os aplicativos oficiais da Caixa e jamais compartilhar informações pessoais”, diz o banco.

RedeTV!

Economia

Caixa libera hoje a 4ª parcela do auxílio para nascidos em março

Publicado

em

Aplicativo auxílio emergencial do Governo Federal.

A Caixa Econômica Federal vai liberar hoje (29) a 4ª parcela do auxílio emergencial de R$ 600 para os beneficiários que nasceram em março. Por ora, o valor será liberado por meio da conta digital e e poderá ser utilizado para pagar contas e compras pelo cartão virtual do aplicativo Caixa Tem.

Quem tiver acesso ao crédito pela conta digital poderá sacar o dinheiro em espécie no sábado, dia 1º de agosto. Estão incluídos neste grupo, denominado Lote 1, aqueles que receberam a aprovação da Caixa em abril para acessarem o benefício.

O auxílio emergencial foi uma maneira que o governo federal encontrou para contribuir para melhorar a situação dos brasileiros menos abastados durante a pandemia da covid-19.

Com o objetivo de esclarecer aos beneficiários em qual grupo eles estão incluídos, o governo federal disponibilizou a verificação da situação do cadastro. Confira aqui.

Veja o calendário completo aqui:

Datas dos pagamentos da 4ª parcela do auxílio emergencial

© Fornecido por IstoÉ Dinheiro Datas dos pagamentos da 4ª parcela do auxílio emergencial

Continue Lendo

Economia

Caixa libera saque em dinheiro da 2ª parcela do auxilio emergencial no dia 25 para o lote 2

Publicado

em

A segunda parcela dos R$ 600 do auxílio emergencial para as pessoas aprovadas em maio, e nascidas em fevereiro, será liberada para saque em espécie no dia 25, que é um sábado, conforme o calendário da Caixa Econômica Federal. Esse grupo é denominado Lote 2.

O governo de Jair Bolsonaro, por meio da Caixa, desenvolveu o calendário com divisões por lotes para os beneficiários do auxílio emergencial se programem.

Essas datas estão baseadas nos dias em que o sistema da Caixa aceitou a entrada desses beneficiários na ajuda de emergência e não são, portanto, uniformes, com os pagamentos caindo sempre nos mesmos dias.

Os beneficiários nascidos em fevereiro já receberam o acesso ao crédito da 1ª parcela, por meio do aplicativo do Caixa Tem, entre 27 de junho e 4 de julho.

Lote 1 

– São trabalhadores que foram aprovados pela Caixa em abril, logo após o início da pandemia;

Lote 2

– São os trabalhadores que foram aprovados em maio;

Lote 3

– São os trabalhadores que foram aprovados pela Caixa em junho;

Lote 4

– São os trabalhadores que foram aprovados no fim de junho;

Inscritos no CadÚnico

– São trabalhadores inscritos no Cadastro Único e tiveram liberação assim que o Auxílio Emergencial foi criado;

Bolsa Família

– São os beneficiários do Bolsa Família que recebem um benefício inferior aos R$ 600 pagos através do auxílio emergencial. Este grupo não terá aquela divisão das duas parcelas em dois pagamentos no mês, mas receberá dois pagamentos de R$ 600 fechados;

IstoÉ Dinheiro

Continue Lendo

Economia

Bolsonaro autoriza suspensão de contratos de trabalho por mais 60 dias

Publicado

em

© Reinaldo Canato/VEJA.com

O presidente Jair Bolsonaro autorizou a ampliação do prazo para redução de até 70% na jornada e salário e suspensão de contratos de trabalho, medidas que fazem parte do BEM, programa do governo federal para mitigar o fechamento de postos de trabalho com carteira assinada durante a pandemia do novo coronavírus.

De acordo com decreto publicado nesta terça-feira, 14, fica autorizado que empresas possam reduzir por mais 30 dias a jornada e o salário, completando quatro meses (120 dias) desde que a medida foi anunciada. Para a suspensão dos contratos, o prazo foi ampliado em 60 dias, e também passa a completar quatro meses (120 dias). Até o momento, 12,9 milhões de acordos para alteração de contratos foram assinados, segundo o Ministério da Economia.

A permissão para mudança dos contratos e o pagamento de benefício emergencial para trabalhadores que sofreram com a mudança está vigente desde abril, com a publicação da medida provisória 936. O aumento do prazo do BEM, como é chamado o programa, era considerado fundamental para dar mais fôlego às empresas durante a retomada gradual em meio à pandemia. A permissão para ampliação do programa foi dada pelo Legislativo, quando aprovou a MP. Com isso, Bolsonaro pode dilatar o BEM via decreto, conforme feito nesta terça-feira.Continua após a publicidade

Na avaliação do Ministério da Economia, o programa é um sucesso e ajudou a segurar demissões durante a fase mais aguda da crise. A ampliação do prazo é tida como uma ferramenta para preservar empregos durante a retomada. Tendo ferramentas para não demitir, os empresários ganham fôlego para estudar qual o tamanho necessário da mão de obra, enquanto o governo tem mais tempo para traçar planos de retomada do emprego, fundamentais para o momento pós-crise.

Segundo o decreto, a suspensão do contrato de trabalho poderá ser efetuada de forma fracionada, em períodos sucessivos ou intercalados, desde que esses períodos sejam iguais ou superiores a 10 dias e que não seja excedido o prazo de 120 dias. O trabalhador que tiver o contrato suspenso recebe do governo o equivalente ao que teria direito do seguro-desemprego (entre 1.045 reais e 1.813 reais), além de ajuda compensatória da empresa, caso o empregador tenha faturamento superior a 4,8 milhões de reais.

Já na redução de salário e jornada de trabalho, que pode ser de 25%, 50% ou 70%, o trabalhador recebe um percentual do que teria direito do seguro-desemprego, conforme o que foi reduzido do seu salário. Caso a redução seja de 25%, por exemplo, a empresa irá pagar 75% do salário e o governo bancará o benefício equivalente a 25% do valor do seguro-desemprego que aquele trabalhador teria direito caso fosse demitido. Além do benefício, tanto no caso da redução quanto no caso da suspensão de contrato, o trabalhador tem estabilidade de trabalho por período igual a alteração do contrato. A alteração do contrato de trabalho pode ser feita mediante a acordo individual entre empregador e empregado caso o trabalhador receba até três salários mínimos (3.135 reais) ou se tiver salário acima dos 12 mil reais e curso superior — o chamado hipersuficiente segundo a legislação trabalhista. Quem tem salário entre esses valores só pode ter o contrato reduzido ou suspenso após negociação coletiva com o sindicato que representa a categoria.

VEJA.com

Continue Lendo

Mais Lidas

Copyright © 2019 - Criado por PrecisoCriar | www.precisocriar.com.br