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Como jogar Snake VS Block; ‘jogo da cobrinha’ diferente é a nova febre

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Snake VS Block é um game arcade disponível para download gratuito para AndroidIOS no qual os jogadores devem controlar uma cobrinha e se esquivar de blocos para conseguir pontuações elevadas. Apesar de simples, o jogo que está entre os mais baixados do Google Play e App Store é bastante desafiador exige dedos rápidos e bons reflexos. Confira o tutorial e aprenda a jogar Snake VS Block no seu celular.

Deslizando os dedos para mover a cobrinha, o objetivo é manter-se vivo. Para isso, evite ao máximo as colisões. Cada vez que você se choca em um bloco, perde um número de bolas amarelas (número de vidas, mostrado acima da cobra) igual ao número mostrado nele.

Como jogar Snake VS Block; ‘jogo da cobrinha’ diferente é a nova febre (Foto: Reprodução/Murilo Molina)

Nas partes em que é impossível passar sem bater, procure sempre o bloco de menor número. Isso fará com que você não gaste muitas vidas e possa continuar a partida. Quando sua cobra ficar sem bolas amarelas, você perde o jogo.

Procure sempre os blocos com os menores números em Snake VS Block (Foto: Reprodução/Murilo Molina)

Ao desviar dos obstáculos, procure passar por cima das bolas amarelas espalhadas pelo cenário. Cada bolinha mostra um dígito, que é igual ao número de vidas que você ganhará.

Pegue as bolas amarelas para aumentar a sua vida em Snake VS Block (Foto: Reprodução/Murilo Molina)

Uma boa estratégia para ir bem em Snake VS Block é tentar se manter o máximo de tempo perto do centro da tela. Assim é mais fácil se mover para os dois lados, encontrar os melhores blocos e bolas de vidas.

Mantenha-se no centro da tela em Snake VS Block (Foto: Reprodução/Murilo Molina)

Caminhos fechados por paredes são extremamente perigosos, já que é podem levar a cubos com números muito altos e fazer você perder o jogo. Procure sempre áreas mais abertas, que garantirão uma movimentação mais livre.

Evite caminhos fechados por paredes em Snake VS Block (Foto: Reprodução/Murilo Molina)

Se você tiver atingido uma boa pontuação, mas morreu, é possível obter um “continue” grátis no final de cada rodada. Toque no botão amarelo “Mais uma vida” para assistir um anúncio e voltar à partida de onde você havia parado.

Ganhe um continue em Snake VS Block (Foto: Reprodução/Murilo Molina)

Fonte:TechTudo

 

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Operadoras começam testes no Brasil da tecnologia 5G

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As maiores operadoras do país de telefonia celular iniciaram neste mês de julho o funcionamento, em caráter experimental, da tecnologia de quinta geração (5G) para os aparelhos móveis. Neste primeiro momento, o 5G compartilhará as faixas de transmissão já existentes do 3G e do 4G, com o uso da tecnologia chamada DSS (compartilhamento dinâmico de espectro, na sigla em inglês). 

Isso ocorre porque o leilão do espaço do espectro, destinado exclusivamente ao 5G (a faixa de 3,5GHz), só deverá ocorrer no início de 2021. Com a tecnologia DSS é possível compartilhar, com o 5G, a faixa do 3G e 4G não utilizada. No entanto, como esse espectro não possui uma banda contínua e dedicada, a experiência do 5G ainda não poderá ser utilizada em sua totalidade.

O 5G, em sua máxima potência, deverá oferecer altíssimas velocidades de internet, maior confiabilidade e disponibilidade, além da capacidade para conectar massivamente um número significativo de aparelhos ao mesmo tempo. 

Para poder utilizar o serviço, porém, o usuário terá de ter em mãos um aparelho celular que seja compatível com a tecnologia 5G. Hoje, no mercado brasileiro, há apenas um modelo disponível com a tecnologia, o Motorola Edge, com valor acima de R$ 4,9 mil na loja oficial da fabricante.

Locais com cobertura 5G

A operadora Vivo está ativando, no mês de julho, o funcionamento do 5G DSS em oito cidades brasileiras: São Paulo (regiões da Avenida Paulista, Vila Olímpia e Berrini), Brasília (regiões do Eixo Monumental, Esplanada dos Ministérios e shoppings), Belo Horizonte (regiões da Savassi e Afonso Pena), Salvador (regiões da Pituba e Itaigara), Rio de Janeiro (Copacabana, Ipanema e Leblon), Goiânia (região central da cidade), Curitiba (regiões do Centro Cívico/Alto da Glória e Batel/Água Verde), Porto Alegre (regiões do Moinhos de Vento, Avenida Carlos Gomes e Shopping Iguatemi).

Já a o 5G DSS da operadora Claro está disponível inicialmente em São Paulo, desde a última semana, na região da Avenida Paulista e Jardins. Em seguida, vai gradativamente estender-se pelos bairros Campo Belo, Vila Madalena, Pinheiros, Itaim, Moema, Brooklin, Vila Olímpia, Cerqueira César, Paraíso, Ibirapuera, além da região da Avenida Berrini e também de Santo Amaro. 

O serviço será instalado também na Central Única das Favelas (CUFA) e no Instituto Pró-Saber SP, ambos na comunidade de Paraisópolis, onde a operadora desenvolve trabalhos sociais. 

No Rio de Janeiro, os primeiros pontos de cobertura estarão em Ipanema, Leblon e na Lagoa. Devem se expandir por toda a orla, do Leme até a Barra da Tijuca, passando pelo Jardim Oceânico, Joá, São Conrado e Copacabana.

A cobertura do 5G DSS da operadora TIM terá início em setembro, em três cidades: Bento Gonçalves (RS), Itajubá (MG), e Três Lagoas (MS). Já a Oi informou que está avaliando iniciar a operação comercial da tecnologia 5G no país antes da realização do leilão de frequências. A operadora disse que já instalou experimentalmente a tecnologia 5G no país, de forma pontual, no ano passado, no município de Búzios (RJ) e em grandes eventos, como na Conferência Rio2C, GameXP, Rock in Rio e Comic Con Experience (CCXP).

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O que é WhatsApp Pay? Veja como funciona a função de pagamentos no app

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Pagamento via WhatsApp chega no Brasil; entenda a nova função — Foto: Rubens Achilles/TechTudo

O WhatsApp anunciou nesta segunda-feira (15) uma nova modalidade de recurso para pagamentos no aplicativo, disponível para celulares Android iPhone (iOS). Pelo WhatsApp Pagamentos (ou WhatsApp payments), usuários de contas pessoais ou comerciais do WhatsApp Business podem agora enviar e receber dinheiro pelo mensageiro com o Facebook PayO recurso estava em testes na Índia no início do ano, e promete facilitar transferências bancárias entre usuários do aplicativo. No Brasil, o WhatsApp Pagamentos será disponibilizado gradualmente nas próximas semanas.

Para realizar transferências, pagamentos, ou enviar e receber dinheiro pela modalidade de Pagamentos do mensageiro, é necessário configurar um cartão de débito ou crédito de uma empresa parceira no Facebook Pay. Não serão cobradas taxas de transferência pelo WhatsApp ou Facebook, mas podem ocorrer tarifas de utilização entre os bancos. Confira, na lista abaixo, mais informações sobre o WhatsApp Pagamentos e tire dúvidas sobre o novo recurso.

1. O que é o WhatsApp Pagamentos?

O WhatsApp Pagamentos é uma nova modalidade para transferências de valores no WhatsApp. Através do recurso, usuários poderão receber e enviar dinheiro para amigos e familiares, além de efetuar pagamentos de produtos e serviços de empresas no WhatsApp Business. O serviço de transferências é realizado pelo Facebook Pay, portanto, é necessário configurar um cartão de débito ou crédito na plataforma para utilizar o serviço de pagamentos do WhatsApp.

O recurso também não cobra taxas de serviço dos usuários, nem para transferências via cartão de débito ou para pagamentos via cartão de crédito ou débito. Além disso, os pagamentos podem ser consultados a qualquer momento na aba “Pagamentos”, em “Ajustes” no menu de configurações do mensageiro.

WhatsApp Pay chega ao Brasil e promete facilitar as transações de envio e recebimento de dinheiro — Foto: Divulgação/ WhatsApp

WhatsApp Pay chega ao Brasil e promete facilitar as transações de envio e recebimento de dinheiro — Foto: Divulgação/ WhatsApp

2. Como funciona o WhatsApp Pagamentos?

Para usuários de contas pessoais, o WhatsApp mantém o limite de R$ 1 mil reais por transação. Por dia, podem ser realizadas até 20 transações, mas os valores de transferência não podem ultrapassar R$ 5 mil por mês. O WhatsApp também não cobra tarifas pelas transferências entre contas pessoais, nem para pagamentos de compras realizadas em empresas no WhatsApp Business. Já para as empresas cadastradas no WhatsApp Business, não há limite nos valores de transações, mas o mensageiro cobra uma taxa de processamento por vendas, que é fixada em 3,99%.

As transações aparecem no extrato bancário como “FBPAY *WA” ou “FBPAY -WA”, seguido pelo nome de quem recebeu o dinheiro. Usuários podem conferir o histórico de pagamentos pelo WhatsApp para conferir o status das transferências, com indicações como “Solicitado”, “Processando”, “Pendente”, “Efetuado”, “Não efetuado” e “Expirado”.

3. O que é o Facebook Pay?

O Facebook Pay é um recurso para pagamentos oferecido pelo Facebook, companhia responsável pelo WhatsApp desde 2014. O serviço está sendo lançado no Brasil, e pode ser utilizado para realizar transferências e pagamentos no WhatsApp e para a compra de jogos no Facebook. Como há integração entre as plataformas, não é necessário ter uma conta no Facebook para utilizar o Facebook Pay no WhatsApp: basta configurar o recurso no mensageiro.

Para isso, toque sobre o clipe ao lado de “Digite uma mensagem” e em seguida, sobre “Pagamentos”. Adicione o valor que deseja enviar, e toque em “Começar” para adicionar uma forma de pagamento. Após aceitar os termos de uso do serviço você precisará criar um PIN para o Facebook Pay, além de informar dados como nome completo e CPF. Depois disso, é só adicionar os dados do cartão de algum dos bancos participantes e validá-lo por meio do código de verificação.

Facebook Pay vai permitir pagamentos no WhatsApp; não é necessário ter conta no Facebook — Foto: Tainah Tavares/TechTudo

Facebook Pay vai permitir pagamentos no WhatsApp; não é necessário ter conta no Facebook — Foto: Tainah Tavares/TechTudo

4. Quais formas de pagamento são aceitas?

O recurso de pagamentos pode ser feito por cartão de crédito ou débito com bandeiras Visa ou Mastercard. Os bancos participantes são, até o momento, o NubankBanco do Brasil e Sicredi (incluindo a conta digital Woop).

É importante ressaltar que as transferências entre usuários de contas pessoais só poderão ser realizadas por meio de cartões de débito. Os cartões de crédito podem ser utilizados apenas para enviar pagamentos para empresas que usam o WhatsApp Business, em que o Facebook Pay deve estar configurado para “Receber pagamentos por vendas”. Também não é possível realizar transferências pelo WhatsApp Web ou WhatsApp para computador.

Pagamentos no WhatsApp e transferências de dinheiro entre usuários poderão ser feitas através de cartões de crédito e débito — Foto: Tainah Tavares/TechTudo

Pagamentos no WhatsApp e transferências de dinheiro entre usuários poderão ser feitas através de cartões de crédito e débito — Foto: Tainah Tavares/TechTudo

5. Como enviar dinheiro pelo WhatsApp?

Para enviar dinheiro para familiares e amigos ou pagar contas comerciais no WhatsApp, você precisa configurar o Facebook Pay no aplicativo. Em seguida, toque sobre o clipe de anexar e, em “Pagamentos”, adicione o valor referente para enviar ou pagar — se desejar, também pode inserir uma descrição para o pagamento. Para finalizar a transferência, toque sobre “Pagar” e confirme o seu PIN do Facebook Pay.

Também é possível enviar ou solicitar pagamentos em grupos, nesse caso, todos os membros do grupo terão acesso às informações sobre o pagamento, incluindo o valor. Para que os outros membros não vejam dados sobre o pagamento, o ideal é encaminhá-los em uma conversa privada.

6. Como receber dinheiro pelo WhatsApp?

O dinheiro recebido só poderá ser aceito quando o Facebook Pay for configurado no WhatsApp, o que pode ser feito em “Configurações” > “Ajustes” > “Pagamento”. Se o Facebook Pay já estiver configurado, toque sobre “Aceitar pagamento” e o valor recebido será transferido para a conta do banco associada ao cartão de débito.

7. Como o WhatsApp Pay funciona para negócios no WhatsApp Business?

Comerciantes com empresas cadastradas no WhatsApp Business também podem vender produtos e serviços através da plataforma, o que pode garantir maior praticidade nas vendas pelo app. Para receber pagamentos pelo aplicativo, o primeiro passo também consiste em configurar o Facebook Pay, além de criar ou conectar uma conta Cielo e fornecer os dados da conta bancária para recebimento dos valores correspondentes.

Para configurar o Facebook Pay no WhatsApp Business, vá em “Configurações”, “Pagamentos”, “Serviços” e, por último “Facebook Pay”. Selecione “Receber pagamentos por vendas” e toque em “Continuar”. Depois de aceitar os termos de serviço de uso do app, crie ou conecte uma conta Cielo e insira todos os dados pedidos.

Todas as transações são realizadas pela Cielo, por isso é necessário ter uma conta cadastrada. O processo de verificação da conta bancária dura, em média, três dias, e os pagamentos realizados por clientes são transferidos da conta Cielo para a conta bancária em até dois dias úteis. Também não há limite de pagamentos para vendas realizadas pelo WhatsApp Business, mas há a cobrança de uma taxa fixa em 3,99% sobre o valor de cada transação realizada.

8. WhatsApp Pagamentos é seguro?

Como as informações sobre pagamentos precisam ser repassadas às instituições financeiras, as transações não podem ser protegidas com criptografia de ponta-a-ponta, mas o WhatsApp garante que todos os dados fornecidos são armazenados em uma rede altamente segura, e todas as informações concedidas ao WhatsApp possuem criptografia entre os servidores do aplicativo e o celular do usuário.

Além disso, o Facebook recomenda que informações como o código de confirmação do WhatsApp, o PIN do Facebook Pay e códigos de verificação não sejam compartilhados com terceiros. Para maior segurança, a autenticação em dois fatores também pode ser ativada, bem como o reconhecimento facial e biométrico ao abrir o app.

techtudo

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Conheça o plano do criador da internet para tirar a rede do caos

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© Oliver Berg/picture alliance via Getty Images

A internet era para ser uma forma de utopia online, mas fake news, manipulação de eleições, bullying e outras problemas a transformaram em um pesadelo. Seu criador, Tim Berners-Lee, quer mudar isso.

Ontem (25), Berners-Lee revelou o “Contract for the Web” (que se traduz como “contrato para a rede”): um plano de ação criado por ele com a ajuda de cerca de 80 experts. O documento foca em melhorar a privacidade online, reduzir a ilegalidade digital e desencorajar falhas do governo na web, tudo isso enquanto garante que todos no planeta tenham acesso à internet.

A iniciativa tem o apoio de milhares de indivíduos e mais de 160 organizações, incluindo gigantes da tecnologia, como Facebook, Microsoft e Google; grupos sociais, como a Electronic Frontier Foundation, e alguns governos, como França, Alemanha e Gana.

O novo anúncio dá substância à proposta de Berners-Lee do ano passado, quando ele esboçou uma série de nove princípios que devem ser seguidos por governos, companhias e indivíduos. Um deles princípios pedia que governantes se certificassem de que todos têm acesso à internet e de que ela está disponível o tempo todo, enquanto outro pedia às companhias que respeitassem a privacidade de seus consumidores.

Desde então, a ONG de Berners-Lee, World Wide Web Foundation, tem trabalhado com governos e especialistas para criar 76 cláusulas e detalhar mais cada um dos nove princípios.

Líderes de grupos sociais envolvidos na iniciativa apostam que o plano de Berners-Lee ajudará transformar a internet em um lugar mais inclusivo. Em uma declaração em apoio ao anúncio do contrato, a Roya Mahboob, empreendedora de tecnologia e ativista do direito das mulheres no Afeganistão, disse que espera que o contrato remova barreiras significativas que impedem que mulheres tenham acesso a educação e abram seus próprios negócios online.

Outros envolvidos disseram que o documento não é a resolução de todos os problemas online. Adrian Lovett, presidente e CEO da World Wide Web Foundation, disse que a iniciativa é “só o começo” de um processo. “Precisamos de um movimento global para lutar pela internet que sirva toda a humanidade.”

Essa luta enfrentará uma série de problemas. De acordo com estatísticas da World Wide Web Foundation, mais de um terço das crianças entre 12 e 17 anos nos Estados Unidos já experienciaram bullying online; histórias falsas alcançam um número significativo de pessoas seis vezes mais rápido do que histórias verdadeiras; e pelo menos uma em cada 45 democracias já distribuíram fake news ou manipularam notícias.

Ainda não é claro quanto suporte o contrato de Berners-Lee terá, até mesmo de organizações que originalmente o apoiaram. Grandes empresas de tecnologia se comprometeram com os princípios, mas não existe garantia de que elas atenderão aos pedidos do contrato que exigem, por exemplo, que os painéis centrais de controle sejam de livre acesso para consumidores.

Já no lado político, até mesmo os melhores políticos acham difícil resistir às fake news de seus oponentes no calor da batalha eleitoral. Parece não ser provável que governos que espalham propaganda online para afetar eleições vão parar com sua legião de trollls online.

Berners-Lee e seus apoiadores merecem crédito por criarem um mapa de melhores práticas para tirar a internet do caos. O difícil agora será fazer com que todas as sigam.

Forbes Brasil

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