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Cotistas com menos de 60 anos têm última semana para sacar PIS/Pasep

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Fornecido por Agência Brasil Agência da Caixa Econômica Federal

Esta é a última semana para que todos os cotistas dos fundos dos programas de Integração Social (PIS) e de Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep) saquem o benefício fora dos critérios previstos em lei. O prazo termina na sexta-feira (28).

Conforme determina a Lei 13.677/2018, a partir do dia 29 de setembro os saques voltarão a ser permitidos somente para os cotistas que atendam a um dos critérios habituais: pessoas com 60 anos ou mais, aposentados, herdeiros de cotistas, pessoas em situação de invalidez ou acometidos por doenças específicas.

Agência da Caixa Econômica Federal – Tânia Rêgo/Agência Brasil

Cerca de R$ 17 bilhões já foram pagos aos trabalhadores que atuaram entre 1971 e 1988 na iniciativa privada (com carteira assinada) ou no serviço público, desde o início do processo de flexibilização dos saques do Fundo PIS/Pasep, em outubro de 2017, até agora. Do público potencial de 28,5 milhões de pessoas que havia em 2017, mais de 15,5 milhões de trabalhadores já receberam os recursos, ou seja, 55% do total.

As pessoas com menos de 60 anos representavam, em outubro de 2017, a maior parte dos cotistas do Fundo PIS/Pasep, somando 16,3 milhões de trabalhadores. De acordo com os últimos dados do Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão, até o último dia 16 cerca de 5,7 milhões de cotistas nessa faixa etária ainda não haviam se dirigido às agências da Caixa Econômica Federal ou do Banco do Brasil para buscar o benefício.

Divergências no cadastro

Dos R$ 17 bilhões já pagos aos cotistas, cerca de 8,5 R$ bilhões foram entregues aos trabalhadores por meio de depósito automático na conta corrente, ou seja, sem a necessidade de ir à agência bancária. De acordo com o Ministério do Planejamento, isso foi possível devido aos créditos feitos pelo Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal aos seus correntistas e a uma parceria envolvendo a Febraban, a Caixa, o Banco do Brasil e mais oito instituições: Bradesco, Itaú, Santander, Bancoob, Sicredi, Banestes, BRB e Mercantil.

Devido a questões de segurança e a divergências cadastrais, cerca de 5 milhões de cotistas com CPFs válidos não receberão os depósitos automáticos. Por isso, o ministério alerta que cotistas com menos de 60 anos, interessados em ter acesso imediato ao dinheiro, devem procurar as agências da Caixa e do Banco do Brasil até a próxima sexta-feira (28).

Quem tem direito

Para saber o saldo e se tem direito ao benefício, o trabalhador pode acessar os sites do PIS e do Pasep. Para os cotistas do PIS, também é possível consultar a Caixa Econômica Federal no telefone 0800-726-0207 ou nos caixas eletrônicos da instituição, desde que o interessado tenha o Cartão Cidadão. No caso do Pasep, a consulta é feita ao Banco do Brasil, nos telefones 4004-0001 ou 0800-729-0001.

Têm direito ao saque as pessoas que trabalharam com carteira assinada antes da Constituição de 1988. As cotas são os rendimentos anuais depositados nas contas de trabalhadores, instituídas entre 1971, ano da criação do PIS/Pasep, e 1988.

Quem contribuiu após 4 de outubro de 1988 não tem direito ao saque. Isso ocorre porque a Constituição, promulgada naquele ano, passou a destinar as contribuições do PIS/Pasep das empresas para o Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT), que paga o seguro-desemprego e o abono salarial, e para o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

Agência Brasil

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Governo estuda possibilidade de mudar o padrão das tomadas de três pinos

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© Fornecido por Unilogic Media Group Ltda tres pinos

Praticamente todas os brasileiros já devem ter passado pela situação chata onde os pinos de um eletrônico não puderam ser conectados às tomadas de casa. Depois de muitas reclamações e xingamentos do Twitter, as pessoas finalmente se acostumaram ao padrão — mas isso não significa que as controvérsias em torno dele cessaram. É que o assessor internacional do presidente Jair Bolsonaro, Filipe Garcia Martins, essas tomadas podem estar com os dias contados. Em uma publicação na rede de microblogs, ele defendeu o fim do modelo de pinos atual.

Pelo visto, o presidente do Brasil já está estudando uma norma para revogar o uso das tomadas de três pinos, que se encontra em vigor desde 2011. Carlos Alexandre da Costa, secretário especial de Produtividade e Competitividade, é quem se mantém na dianteira dessas discussões, de forma que ele define o padrão atual como sendo uma “excrescência” e que a “sociedade brasileira, com toda a legitimidade, rejeitou a tomada de três pinos”.

Apesar deste modelo não ser um dos mais convenientes nem um dos mais compatíveis no mundo, técnicos criticam a possibilidade de mais uma substituição do padrão das tomadas, visto que ele é considerado seguro e pelo fato de que, antes dele, não havia um padrão estabelecido no país, de forma que diversos tipos diferentes de plugues eram encontrados no Brasil. O grande problema da diversidade de tipos de tomada está no risco de acidentes de segurança, tanto para as pessoas quanto para a rede elétrica como um todo.

Sobre o assunto, o presidente do Inmetro assinou uma nota que ratifica a segurança do atual padrão brasileiro, mas, considerando que existem mais de 110 modelos diferentes ao redor do mundo, ele diz que é “tecnicamente viável a disponibilidade de outro padrão internacional de tomada”.

Fonte: Valor

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Presidente dos Correios ignora demissão, vai trabalhar e é ovacionado

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José Cruz Após Bolsonaro demiti-lo em público, Juarez Aparecido de Paula Cunha se reuniu com servidores

O presidente dos Correios, general da reserva Juarez Aparecido de Paula Cunha, foi trabalhar normalmente na 2ª feira (17.jun.2019). Participou de audiência pública na sede da empresa, em Brasília, e foi aplaudido pelos servidores. Terminou o evento vestindo boné de carteiro.

Segundo o jornal O Estado de S. Paulo, Cunha disse que só vai “limpar as gavetas” quando o governo formalizar a demissão.

O presidente Jair Bolsonaro disse na última 6ª (14.jun), em café da manhã com jornalistas, que Cunha será demitido. Ao ser perguntado sobre as razões da demissão, citou o fato de o general ter tirado foto com congressistas de esquerda e ter rechaçado a privatização dos Correios, agindo como “sindicalista”.

Após as criticas, Cunha mudou o tom e disse em palestra que os Correios devem ser privatizados. Falou que a venda da empresa é uma promessa de Bolsonaro, mas que o processo será muito longo.

Segundo o general, o melhor que os servidores podem fazer é receber bem os responsáveis pelos estudos da privatização. Fazer 1 “controle de danos”,“procurar contribuir” e defender os “interesses” dos funcionários.

Ao final da palestra, o presidente dos Correios foi ovacionado ao levantar o moral dos servidores. “Os Correios não vão acabar, ninguém vai acabar com a empresa e mandar todos os funcionários embora”.

“Vamos ficar serenos, encarar com naturalidade, sem ninguém se estressar”, disse.

Horas depois, à noite, o porta-voz da Presidência, Otávio Rêgo Barros, disse que o governo ainda não tem uma data para que a demissão de Cunha seja efetivada.

Em 2018, Cunha disse que faria ‘barulho’ contra privatização

Em novembro de 2018, Juarez Cunha disse que faria “barulho” caso o governo Bolsonaro decidisse privatizar a estatal.

Em áudio divulgado pelo site O Antagonista, Cunha falou ainda que o vice-presidente, general Mourão, é da “turma” dele e Bolsonaro foi seu “subordinado” no Exército.

“Então eu acho que eles não vão se arriscar a fazer a privatização, pois vou fazer 1 barulho danado. Vou empenhar todos os esforços para defender os interesses da empresa, principalmente dos funcionários”, disse Cunha em auditório lotado.

Poder360

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‘In Fux we trust’, disse Moro a Deltan em mensagem vazada

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© Nelson Jr./SCO/STF – José Cruz/Agência Brasil

Novos trechos de diálogos entre o coordenador da força-tarefa da Operação Lava Jato em Curitiba, Deltan Dallagnol, e o ex-juiz e ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, no aplicativo Telegram foram divulgados nesta quarta-feira, 12.

Veiculado por um jornalista do site The Intercept Brasil em um programa da Rádio Bandeirantes, o conteúdo mostra Deltan falando em um grupo de procuradores da Lava Jato sobre uma conversa que teve com o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luiz Fux. No encontro, Fux teria dito ao procurador que a sua equipe poderia “contar com ele”, que o então relator da Lava Jato no STF, ministro Teori Zavascki, morto em janeiro de 2017, “fez queda de braço com Moro e viu que se queimou” e que “o tom da resposta do Moro depois foi ótimo”.

As mensagens de Deltan são do dia 22 de abril de 2016, pouco mais de um mês depois de Sergio Moro divulgar o conteúdo de grampos telefônicos que flagraram ligações entre a então presidente Dilma Rousseff e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Moro deu publicidade a áudios de telefonemas feitos depois do fim do prazo legal das interceptações, o que levou Teori a cobrar dele explicações.

“Caros, conversei com o Fux, mais uma vez, hoje. Reservado, é claro: o ministro Fux disse quase espontaneamente que Teori fez queda de braço com Moro e viu que se queimou. E que o tom da resposta do Moro depois foi ótimo. Disse para contarmos com ele para o que precisarmos, mais uma vez. Só faltou, como bom carioca, chamar-me para ir à casa dele rs. Mas os sinais foram ótimos. Falei da importância de nos protegermos como instituições. Em especial no novo governo”, afirmou Deltan Dallagnol aos procuradores.

Em seguida, ele encaminhou o conteúdo da conversa ao próprio Moro, que respondeu: “Excelente. In Fux we trust” [Em Fux nós acreditamos]. Após a divulgação das mensagens, a hashtag #infuxwetrust chegou aos Trending Topics do Twitter.

Nas reportagens publicadas pelo The Intercept Brasil no último domingo, 9, Sergio Moro aparece em outros diálogos com Deltan. O então juiz indica um possível informante em uma investigação contra Lula, cobra a deflagração de novas fases da operação, sugere mudanças na cronologia de novas ações da Operação e adiante o conteúdo de uma decisão.

O ministro da Justiça atribui os vazamentos à ação de hackers. O site afirma que recebeu as informações de uma fonte anônima.

VEJA.com

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