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Golf GTI: primeiras impressões

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Volkswagen Golf GTI de 2 portas não está disponível no Brasil (Foto: André Paixão/G1)

A primeira atualização da 7ª geração do Golf foi lançada na Europa em novembro de 2016. Por aqui, demorou quase dois anos até o hatch médio receber as melhorias. O modelo chega agora em junho, com atraso de alguns meses – o prazo era o início de 2018.

As mexidas no visual foram bem discretas, e necessitam de um certo esforço para serem percebidas – capô e para-choque dianteiro foram redesenhados.

Mas há outras importantes novidades, como atualização de motores e novas tecnologias de conectividade. O motor, por exemplo, passou de 220 cavalos para 230 cv. Na Alemanha, ainda há um pacote chamado Performance, que eleva a potência aos 245 cv.

Falando na Alemanha, o G1 esteve na casa da Volkswagen, e avaliou a versão mais emblemática do hatch, a esportiva GTI, antes do lançamento no Brasil.

O trajeto total foi de 700 km, e terminou em Wolfsburg, no norte da Alemanha. A cidade abriga a sede da Volkswagen, e costuma receber encontros de donos de Golf GTI. Um deles aconteceu na véspera da devolução do veículo para a fabricante (veja mais abaixo).

Ao gosto do cliente

Volkswagen Golf GTI de 2 portas não está disponível no Brasil (Foto: André Paixão/G1)

Ao contrário do que acontece no Brasil, na Alemanha, o GTI não é a versão mais potente do Golf. Por lá, ainda existe o Golf R, de 300 cv. E além do GTI, há outras duas variações esportivas, GTD (com motor diesel de 184 cv) e GTE (híbrida, com um motor 1.4 de 150 cv e outro elétrico, de 102 cv – entregam juntos 205 cv).

Outra grande diferença em favor dos alemães é o nível de customização de cada unidade. Todo GTI “brasileiro” tem 4 portas e transmissão de dupla embreagem de 6 marchas. Ainda há 9 cores para a carroceria e 4 pacotes de opcionais.

Na Alemanha, são duas opções de carrocerias, de 2 ou 4 portas. O motor é o mesmo 2.0 turbo para todas as unidades, mas ele pode ser “casado” com um câmbio manual ou de dupla embreagem, sempre de 6 marchas.

A lista de equipamentos opcionais também traz dezenas de itens. São 36… isso mesmo, trinta e seis, opções de cores. Há mais variações de azul na Alemanha do que todas as tonalidades disponíveis para o público do Brasil. Ainda há 5 desenhos para as rodas, que podem variar de 17 a 20 polegadas.

Volkswagen Golf GTI de 2 portas não está disponível no Brasil (Foto: André Paixão/G1)

Apesar da farta paleta de azuis, a unidade avaliada pelo G1 era vermelha. De 2 portas. E com câmbio de dupla embreagem. O modelo também trazia uma série de outros equipamentos vendidos como opcionais.

Entre os principais, destaque para as belas rodas de 18 polegadas com 5 raios, o seletor dos modos de condução, controle de cruzeiro adaptativo, quadro de instrumentos personalizável, bancos de couro e a central multimídia com conexão Android Auto e Apple CarPlay e controle por gestos, que estreou no Brasil com o Passat.

Quanto custa?

Detalhes em vermelho na lente dos faróis são uma das novidades do Volkswagen Golf GTI (Foto: André Paixão/G1)

Na Alemanha, o Golf GTI parte de 32.950 euros, considerando um carro manual, com 2 portas e sem opcionais. No entanto, um exemplar com o mesmo nível de equipamentos do veículo avaliado pelo G1 custa ao menos 40.800 euros.

No Brasil, o GTI atual parte de R$ 134.870. Mas, com todos os opcionais, beira os R$ 177.752. A Volkswagen ainda não divulgou os novos preços.

Mas não é difícil imaginar que ele chegue mais caro.

Atualmente, o maior concorrente é o Honda Civic Si. Ainda que o Honda seja um cupê de duas portas com câmbio manual, as propostas são semelhantes: esportivos fáceis de dirigir, que não precisam de muito para divertir.

Veloz, mas com regras

Volkswagen Golf GTI (Foto: Divulgação)

Um dos maiores atrativos para quem dirige na Alemanha (além dos carros) é o sistema de rodovias em que há trechos sem limite de velocidade, as chamadas Autobahnen, plural de Autobahn.

Como mencionado acima, são trechos, e não toda a extensão. Em áreas onde há maior tráfego, o limite pode ser de 80 km/h ou 100 km/h, mesma velocidade dos diversos trechos em obras – algo recorrente por todo o trajeto de 700 km. Ainda há outros locais onde os carros não podem ultrapassar os 120 km/h ou 130 km/h. E todos respeitam.

Motor 2.0 turbo do Volkswagen Golf GTI (Foto: Divulgação)

Regras explicadas, hora de acelerar. Não há segredos em dirigir um Golf. É fácil encontrar uma boa posição de guiar, a ergonomia é boa e o carro é extremamente obediente.

Em qualquer lugar do mundo, é possível reconhecer um Volkswagen pela sua suspensão firme. Com o Golf GTI não é diferente, mas isso já era esperado. Afinal, ninguém quer que um esportivo seja “mole” demais.

Além de firme, o GTI é bastante rápido. Segundo números de fábrica, o modelo acelera de 0 a 100 km/h em apenas 6,4 segundos, e alcança os 248 km/h. Nas estradas alemãs, não foi possível alcançar esta velocidade. Por pouco.

Tranquilo a 220 km/h

Volkswagen Golf GTI (Foto: Divulgação)

Em uma das “esticadas”, o hatch levou poucos segundos para passar de 150 km/h para 200 km/h. Mais alguns instantes e o marcador digital apontava 220 km/h. Estrada movimentada, hora de tirar o pé.

Mas só até o próximo trecho livre. O Golf GTI é um carro que instiga o motorista a acelerar, esticar as marchas e curtir o gostoso ronco do motor de 2 litros. Uma das maiores qualidades do modelo é o torque, farto em praticamente qualquer faixa de rotação.

O pico, de 35,7 kgfm, está disponível entre 1.500 rotações por minuto e 4.600 rpm, enquanto os 230 cv são entregues entre 4.700 rpm e 6.200 rpm.

12 km/l a 160 km/l

Mesmo ultrapassando os 220 km/h em alguns trechos – e mantendo uma média de 160 km/h onde não havia limite, o Golf GTI apresentou consumo médio de 12 km/l.

Lembrando que a gasolina europeia não possui os 27% de etanol do combustível vendido no Brasil.

Os números podem ser ainda melhores, considerando que os trechos rodoviários foram feitos com os modos de direção Normal e Sport. Na opção Eco, o GTI inclusive lembra um Golf 1.4 pela mansidão.

De acordo com dados de fábrica, considerando o ciclo europeu, o Golf tem consumo médio de 15,7 km/l.

Central obediente

Volkswagen Golf GTI (Foto: Divulgação)

No interior do GTI, pouco muda. Mas o destaque é a central multimídia com controles por gestos. Movendo as mãos de um lado para o outro, é possível alternar as estações de rádio e as imagens salvas no sistema.

O sistema se mostrou simples e eficiente, atendendo às solicitações. No entanto, se o motorista estiver sozinho, o mais prático é alternar as estações de rádio usando os botões no volante.

Além da central, a cabine do Golf praticamente não sofreu mudanças. O acabamento e a montagem das peças são bons, e o visual é sóbrio, sem extravagâncias.

Conclusão

O Golf GTI sempre esteve entre os esportivos “acessíveis” mais cobiçados. Com estas atualizações, ele ficou mais esportivo. Mas, por outro lado, também deve ficar restrito aos bolsos mais abonados.

Se hoje ele começa em R$ 134 mil, não seria absurdo imaginar um aumento nos preços para o modelo aprimorado. Ainda assim, é menos do que os R$ 160 mil cobrados pelo Honda Civic Si.

O Golf GTI segue como um dos carros “apimentados” mais prazerosos de dirigir, especialmente por ser, ao mesmo tempo, muito rápido e obediente.

Golf clube

Volkswagen promove evento para celebrar o Golf GTI em sua sede, na cidade alemã de Wolfsburg (Foto: André Paixão/G1)

Como foi dito acima, um dia antes da devolução do veículo de teste em Wolfsburg, a cidade recebeu um evento comemorativo ao Golf GTI. No estacionamento do estádio local, que fica ao lado da fábrica da Volkswagen, 5 mil pessoas celebravam a história do hatch, exibindo centenas de unidades do modelo, de todas as gerações e níveis de personalização.

O evento foi uma reunião de donos de GTI na cidade onde o modelo nasceu, em 1976. Para celebrar o fato, a Volkswagen organizou uma carreata com 250 unidades do Golf pela fábrica, passando pela linha de montagem onde o primeiro esportivo foi produzido.

Além de Wolfsburg, apenas mais uma fábrica da Volkswagen na Alemanha fabrica o Golf GTI. O modelo vendido no Brasil é feito por aqui.

Volkswagen promove evento para celebrar o Golf GTI em sua sede, na cidade alemã de Wolfsburg (Foto: André Paixão/G1)

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O mendigo do “Poesia no Beco”: Uma alusão ao advento do Senhor e uma reflexão sobre nós e mundo

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Era o dia 07 de dezembro, uma sexta feira, realização do Projeto “Poesia no Beco”, na Rua Shopping, nome americanizado dado ao Calçadão da Juviniano Duarte, nosso antigo Beco do Bazar. Ao cair do crepúsculo, próximo a hora da Ave-Maria, tínhamos terminado de ouvir o Coral da Saudade e algumas poesias de Carlos Santos, quando, depois de muita tentativa de ligação por celular para Denis Alberto, membro da ACLASB, sou surpreendido com meu celular tocando:

_ Alô!
Alô presidente! Por favor, me espere que já estou chegando. Estou chegando fazendo uma zuada. Ok! Você está atrasado para o seu show, mas vou colocar outras pessoas enquanto você chega. Então mais poemas! E agora, Rogério Moreira com seu violão enchendo o Beco do Bazar de música.

Enquanto isso, eu era chamado para dar entrevista ao radialista, quando de repente, avisto distante, mas não distante o suficiente que não desse para perceber, o surgimento de um mendigo no inicio do Beco do Bazar. Mesmo pela pouca distancia, o reconheci. Já tinha visto aquele mendigo em algum lugar.

Alto, forte, chapéu na cabeça caindo sobre os olhos, calça jeans suja com manchas escuras como se fosse carvão, blusão de frio também jeans, rosto sujo ou parecido ter sido lambuzado de pó de carvão ou ainda algum tipo de tinha (guache).

Continuei minha entrevista com o radialista. Enquanto ele aproximava-se de nós, eu já o tinha agora reconhecido quem era mesmo aquele mendigo. Mas me mantive em silêncio. Pensei: _deve ser uma performance artística. Ele veio, falou comigo, com o radialista que por hora, não sabia se me entrevistava ou ria e, saiu falando com todos no calçadão sem ser reconhecido.

Porém onde está o nosso confrade Denis Alberto para sua apresentação? Agora tudo era tomada pela presença do mendigo, que começou a incomodar a todos, pedindo dinheiro, pegando na mão de um e de outro.

Os confrades Jackson Santana e Conceição Lins começaram a preocupar-se com a demora de Denis Alberto. Os policiais militares já começavam a irritar-se com o mendigo que entrava e saia pelo espaço do evento com as mesmas ações, pegando na mão de todos, pedindo dinheiro e ‘claro’ o povo esquivando-se devido ao aspecto sujo do mendigo.

Como eu já o conhecia e percebi que os policiais poderiam ser mais enérgicos com ele e poderia talvez até machuca-lo, aproximei-me do soldado e pedi que o deixasse à vontade que eu o conhecia. O soldado, então, pediu desculpas, saiu rindo e, claro, falou aos companheiros do que se tratava. Sorriram entre si.

Autorizei que aos confrades cerimonialistas do evento no momento, Jackson Santana e Conceição Lins, anunciassem a presença do confrade Denis Alberto. Então, anunciaram: _com vocês caro publico, o show com o nosso confrade da ACLASB, Denis Alberto que vai encher o Beco do Bazar com música.

O povo aplaudiu e nada de Deis Alberto. Quem estava justamente no palco? O mendigo, mais uma vez incomodando. Querendo pegar na mão de Conceição Lins e de Jackson Santana. Ela se retirou, Jackson deu uma bronca no mendigo e se retirou. Mas, antes eu falei: _Dá o microfone pra ele, talvez ele queira falar alguma coisa.

Como os dois retiraram-se e eu fiquei, passei o microfone para o mendigo e ele então se apresentou: _Boa noite caro público, eu sou Denis Alberto, membro da Academia de Letras e Artes de Senhor do Bonfim – ACLASB.

E todos começaram a rir. Uns pouquíssimos sabiam do que se tratava, os policiais e eu, outros riam de si mesmos, pelas suas atitudes diante do mendigo, outros riam dos outros, e ainda outros riam da caracterização bem feita do musico, poeta, compositor e membro da ACLASB, Denis Alberto.

Então Denis Alberto começou a falar da chegada do natal, do nascimento de Jesus que, sendo rei, veio pobre e também desprezado pelas pessoas, foi ignorado, como ele, (o ator) foi ignorado, esquivado, excluído nesse evento, pelos amigos, pessoas, artistas, policiais, porque não o reconheceram, porque estava mal vestido, porque estava sujo.

E ele citou várias passagens bíblicas falando do Advento do Senhor, dessa preparação da chegada do Cristo e nos deixou uma reflexão profunda sobre a atualidade e, acima de tudo, sobre nós mesmos. Entre várias citações bíblicas, passagens da história de pessoas excluídas da sociedade daquelas épocas, citou o evangelista Lucas:

(…) Enquanto la estavam , completaram-se para o parto, e ela (Maria) deu a luz ao seu primogênito, envolveu-o com faixas e reclinou-o numa manjedoura, porque não havia luar para eles na sala(…). (Lc 2, 1-20). Quais foram os primeiros a receber a noticia do nascimento de Jesus? Os pastores que cuidavam das ovelhas, depois os Reis Magos do Oriente, esse reis não faziam parte do povo judeu, mas, era isso, tudo isso foi revelado primeiramente aos simples, aos excluídos, aos pobres, aos injustiçados.

Hoje mais do que nunca, somos chamados a refletir sobre nós mesmos, sobre atualidade. Ultimamente, principalmente esse ano que se finda, mas, especificamente durante as eleições para presidente, governadores, senadores, deputados estaduais e deputados federais, presenciaram a incitação ao ódio, ao preconceito, a discriminação. Pela disputa do poder tudo valia.

Vi e ouvi “cristãos” em nome da religião falar e desejar o extermínio de pessoas ou pena de morte fazendo-se de Deus. Vi e ouvi discursos de ódios contra as pessoas que pensam diferentes, que acreditam em outra religião, contra pessoas sexualmente diferentes. Vi e ouvi uma campanha politica pautada em fake news, ou seja, pautada na mentira (muitos seguindo o pai da mentira, o diabo). Vi e ouvi as faces da crueldade e da pobreza e miséria de espirito do ser humano, implorando ditadura, tortura, arma e sangue.

Mas, o mais absurdo, que tudo era em nome de “Deus, da religião, da moral, dos bons costumes”. E mesmo depois de tudo ainda vemos nas redes sociais essa onda maléfica de discursos falsos, hipócritas e demagogos até mesmo de “religiosos”.

Esse mendigo do Poesia no Beco veio nos chamar atenção para o que realmente estamos fazendo das nossas vidas, dos nossos dias aqui na terra. O que estamos fazendo com o mundo e com o Brasil. Temos que deixar de lado nossas arrogâncias religiosas, intelectuais, pensando que somos melhores que os outros, porque quando partirmos tudo isso fica, tudo isso não terá importância para onde iremos.

E temos que tomar cuidado para que nossas palavras malditas, nossas ações de intolerância não sejam o fardo pesado que teremos que levar quando partirmos, e que estes não sejam os empecilhos para alcançarmos o/a (paraíso, eternidade) ou outra denominação dado de acordo com as diversas religiões, para um lugar melhor depois da morte.

E ainda com a reflexão proporcionada pelo Mendigo do Poesia no Beco e invadido pelo espirito natalino, momento este, não para o consumismo mas, para confraternizarmos, vamos nos libertar dessa mesquinhez, dessa hipocrisia e deixarmos de julgar e condenar os outros como se fossemos Deus, porque só Ele pode e, mesmo assim, Ele é misericordioso, amoroso, paciente e justo.

Obrigado ao confrade Denis Alberto por ter proporcionado naquele dia 07 de dezembro, numa sexta-feira, sobre o cair do crepúsculo, representado naquele mendigo, essa reflexão. Porque quando o AMOR for tudo em todos, seremos seres humanos melhores, compreenderemos o outro, respeitaremos os diferentes de nós e seremos cidadãos do “mundo”.

Se assim não for, nunca deixaremos de está somente na nossa caverninha que Platão falava, vendo tudo através das nossas próprias sombras, trancados no nosso “mundinho”, sem ser nunca a Luz de Jesus que brilha ou que quer brilhar em nós e iluminar o mundo.

Aproveito o ensejo e desejo um Feliz Natal a todos os familiares, confrades e confreiras da ACLASB, amigos, conhecidos, companheiros, apoiadores, desconhecidos, mendigos e excluídos da sociedade, dos governos, da justiça e das religiões. Que Deus abençoe a todos e a cada um com graças e abundancia de vida, porque Ele é o Deus da vida e não da morte. Felicidades e um abraço a todos!

*EDVAN CAJUHY – Presidente da Academia de Letras e Artes de Senhor do Bonfim – ACLASB

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Eleitos mister & miss Bonfim 2018

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Mister eleito Manoel Felipe e a nova Miss Sabrina Sabino

Aconteceu com muito glamour, na noite de Sábado dia 10, no Salão do Campo Clube de Senhor do Bonfim, o Mega evento Miss e Mister Bonfim, 2018. Promovido pelo esteticista e colunista Social Beto Esteves.

O Madeirense Alan Cleber, cantou e encantou. Levando o público presente a esticar a noitada.

blogdoclebervieira

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Bonfinense tem música classificada no Festival Edésio Santos em Juazeiro

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A jornalista bonfinense Mirielle Cajuhy, radicada em Juazeiro há seis anos, teve uma música de sua autoria classificada entre as 24 canções que estarão concorrendo no Festival Edésio Santos da Canção (FESC), evento que acontece naquela cidade e que já ganhou repercussão nacional.

A Prefeitura Municipal de Juazeiro, através da Secretaria de Cultura, Turismo e Esportes (SECULTE), divulgou nesta quarta-feira (07), as 24 músicas selecionadas para a 21ª edição do festival.

De acordo com o BLOG DO GERALDO JOSÉ, a triagem aconteceu nos dias 06 e 07 de novembro, na SECULTE em Juazeiro e foi feita pelos músicos João Sereno (poeta, cantor e compositor), Soneca Martins (maestro da Banda Base do FESC) e Marcos Brasil (músico contrabaixista). O FESC acontece de 29 de novembro a 1º de dezembro, no Centro de Cultura João Gilberto.

Mirielle vai defender a música Em Uma Só Voz, em homenagem ao samba. “Estou muito feliz de cantar uma música minha no Edésio pela primeira vez. Será uma homenagem singela a esse grande patrimônio cultural do nosso país, o samba“, explica Mirielle.

Confira as 24 músicas classificadas:

-Mesmo em Desatino – Joyce Guirra (Juazeiro – BA)

-Acredito não – Sérgio Murilo/ Ivan Greg (Juazeiro – BA)

-Não é a Solução – João Ferreira de Sousa (Juazeiro – BA)

-Inteiro – Alan Cleber (Juazeiro – BA)

-O Yoga do Rio – Edésio César Vieira Santos (Juazeiro – BA)

-Me disse a voz suprema no trovão – Marx Ulianov (Sobradinho – BA)

-Joio no Trigo – Guilliard Pereira/ Robertinho Chavez (Petrolina – PE)

-Sobre a saudade – Eugênio Cruz (Petrolina – PE)

-Homem Flor – Ryan Bruno Nunes Freire (Petrolina – PE)

-Ninguém Solta a Minha Mão – Darlan Cardoso/Hebert Mascarenhas (Campo Formoso – BA)

-Festa dos Chacais – Severino Luiz de Araújo (Jaboatão dos Guararapes – PE)

-Juazeiro da Bahia – Lucimar Pereira (Palmas- TO)

-Tome Tento – Neto Kiriri (Juazeiro – BA)

-Não Passarão – Andrezza Santos (Juazeiro – BA)

-Conto do Sozinho – Levi Sena (Juazeiro – BA)

-Até o Rio Chegar – Martins César/Zebeto Correia (Belo Horizonte – MG)

-Na Calma do Opara – Márcio Alexandre Coelho Assis (Juazeiro – BA)

-Anzol – Moésio Belfort (Juazeiro – BA)

-Em Uma Só Voz – Mirielle Cajuhy (Juazeiro – BA)

-Ponte pro Mar – Fatel (Juazeiro – BA)

-15 pras 7 – Van Lima (Petrolina – PE)

-Retrosofia – Allan Carlos (Jaboatão dos Guararapes – PE)

-Mulheres de Água e Chão – Dalmo Cardoso Barreto (Campo Formoso – BA)

-Suspiro de Amor – Yuka (Juazeiro – BA)

*BLOG DO ELOILTON CAJUHY

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