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Inscrições para o Enem 2019 começaram nesta segunda-feira (06)

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As inscrições para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2019 começam amanhã (6), às 10h (no horário de Brasília), e podem ser feitas até o dia 17, exclusivamente pela internet, por meio da Página do Participante. As provas estão marcadas para os dias 3 e 10 de novembro (dois domingos consecutivos).

A taxa de inscrição custa R$ 85 e deve ser paga até o dia 23 de maio, de acordo com o cronograma do exame.

O participante terá até o dia 17 de maio para atualizar dados de contato, escolher outro município de provas, mudar a opção de língua estrangeira e alterar atendimento especializado e/ou específico. Depois dessa data, nenhuma informação poderá ser alterada.

O candidato que precisar de atendimento especializado e específico deve fazer a solicitação durante a inscrição. O prazo para pedidos de atendimento por nome social vai de 20 a 24 de maio.

Quem já concluiu o ensino médio ou vai concluir ainda este ano pode utilizar as notas no Enem, por exemplo, em programas de acesso à educação superior, de bolsas de estudo ou de financiamento estudantil.

A prova também pode ser feita pelos chamados treineiros – estudantes que vão concluir o ensino médio depois de 2019. Neste caso, os resultados servem somente para autoavaliação, sem possibilidade de concorrer efetivamente às vagas na educação superior ou para bolsas de estudo. Esses participantes devem declarar ter ciência disso já no ato da inscrição.

Isenção

Mesmo quem solicitou a isenção da taxa precisa se inscrever. Estudantes que entraram com recurso relacionado ao pedido de isenção já podem verificar o resultado. As informações foram divulgadas na quinta-feira (2) no Sistema Enem. É necessário fazer login para acessar o resultado. (Fonte: Agência Brasil)

Carlos Britto

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Presidente dos Correios ignora demissão, vai trabalhar e é ovacionado

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José Cruz Após Bolsonaro demiti-lo em público, Juarez Aparecido de Paula Cunha se reuniu com servidores

O presidente dos Correios, general da reserva Juarez Aparecido de Paula Cunha, foi trabalhar normalmente na 2ª feira (17.jun.2019). Participou de audiência pública na sede da empresa, em Brasília, e foi aplaudido pelos servidores. Terminou o evento vestindo boné de carteiro.

Segundo o jornal O Estado de S. Paulo, Cunha disse que só vai “limpar as gavetas” quando o governo formalizar a demissão.

O presidente Jair Bolsonaro disse na última 6ª (14.jun), em café da manhã com jornalistas, que Cunha será demitido. Ao ser perguntado sobre as razões da demissão, citou o fato de o general ter tirado foto com congressistas de esquerda e ter rechaçado a privatização dos Correios, agindo como “sindicalista”.

Após as criticas, Cunha mudou o tom e disse em palestra que os Correios devem ser privatizados. Falou que a venda da empresa é uma promessa de Bolsonaro, mas que o processo será muito longo.

Segundo o general, o melhor que os servidores podem fazer é receber bem os responsáveis pelos estudos da privatização. Fazer 1 “controle de danos”,“procurar contribuir” e defender os “interesses” dos funcionários.

Ao final da palestra, o presidente dos Correios foi ovacionado ao levantar o moral dos servidores. “Os Correios não vão acabar, ninguém vai acabar com a empresa e mandar todos os funcionários embora”.

“Vamos ficar serenos, encarar com naturalidade, sem ninguém se estressar”, disse.

Horas depois, à noite, o porta-voz da Presidência, Otávio Rêgo Barros, disse que o governo ainda não tem uma data para que a demissão de Cunha seja efetivada.

Em 2018, Cunha disse que faria ‘barulho’ contra privatização

Em novembro de 2018, Juarez Cunha disse que faria “barulho” caso o governo Bolsonaro decidisse privatizar a estatal.

Em áudio divulgado pelo site O Antagonista, Cunha falou ainda que o vice-presidente, general Mourão, é da “turma” dele e Bolsonaro foi seu “subordinado” no Exército.

“Então eu acho que eles não vão se arriscar a fazer a privatização, pois vou fazer 1 barulho danado. Vou empenhar todos os esforços para defender os interesses da empresa, principalmente dos funcionários”, disse Cunha em auditório lotado.

Poder360

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‘In Fux we trust’, disse Moro a Deltan em mensagem vazada

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© Nelson Jr./SCO/STF – José Cruz/Agência Brasil

Novos trechos de diálogos entre o coordenador da força-tarefa da Operação Lava Jato em Curitiba, Deltan Dallagnol, e o ex-juiz e ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, no aplicativo Telegram foram divulgados nesta quarta-feira, 12.

Veiculado por um jornalista do site The Intercept Brasil em um programa da Rádio Bandeirantes, o conteúdo mostra Deltan falando em um grupo de procuradores da Lava Jato sobre uma conversa que teve com o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luiz Fux. No encontro, Fux teria dito ao procurador que a sua equipe poderia “contar com ele”, que o então relator da Lava Jato no STF, ministro Teori Zavascki, morto em janeiro de 2017, “fez queda de braço com Moro e viu que se queimou” e que “o tom da resposta do Moro depois foi ótimo”.

As mensagens de Deltan são do dia 22 de abril de 2016, pouco mais de um mês depois de Sergio Moro divulgar o conteúdo de grampos telefônicos que flagraram ligações entre a então presidente Dilma Rousseff e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Moro deu publicidade a áudios de telefonemas feitos depois do fim do prazo legal das interceptações, o que levou Teori a cobrar dele explicações.

“Caros, conversei com o Fux, mais uma vez, hoje. Reservado, é claro: o ministro Fux disse quase espontaneamente que Teori fez queda de braço com Moro e viu que se queimou. E que o tom da resposta do Moro depois foi ótimo. Disse para contarmos com ele para o que precisarmos, mais uma vez. Só faltou, como bom carioca, chamar-me para ir à casa dele rs. Mas os sinais foram ótimos. Falei da importância de nos protegermos como instituições. Em especial no novo governo”, afirmou Deltan Dallagnol aos procuradores.

Em seguida, ele encaminhou o conteúdo da conversa ao próprio Moro, que respondeu: “Excelente. In Fux we trust” [Em Fux nós acreditamos]. Após a divulgação das mensagens, a hashtag #infuxwetrust chegou aos Trending Topics do Twitter.

Nas reportagens publicadas pelo The Intercept Brasil no último domingo, 9, Sergio Moro aparece em outros diálogos com Deltan. O então juiz indica um possível informante em uma investigação contra Lula, cobra a deflagração de novas fases da operação, sugere mudanças na cronologia de novas ações da Operação e adiante o conteúdo de uma decisão.

O ministro da Justiça atribui os vazamentos à ação de hackers. O site afirma que recebeu as informações de uma fonte anônima.

VEJA.com

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Site diz que Moro e Deltan combinavam atuações no âmbito da Lava-Jato

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Mensagens: Deltan Dallagnol, procurador da República: conversas com Moro trataram sobre operações da Lava-Jato Foto: Heuler Andrey/Dia Esportivo / Agência O Globo

Mensagens atribuídas ao procurador Deltan Dallagnol, do Ministério Público Federal (MPF),e ao ministro da Justiça Sergio Moro, divulgadas ontem pelo site The Intercept Brasil, mostram os dois combinando atuações enquanto trabalharam na operação Lava-Jato. A reportagem ainda cita mensagens entre os procuradores nas quais eles teriam discutido no aplicativo Telegram uma maneira de barrar a entrevista do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva autorizada por um ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) . Neste domingo, a força-tarefa de Curitiba divulgou nota para rebater a reportagem, dizendo que “seus membros foram vítimas de ação criminosa de um hacker que praticou os mais graves ataques à atividade do Ministério Público, à vida privada e à segurança de seus integrantes”.

Em nota, o ministro Sergio Moro lamentou “a falta de indicação de fonte de pessoa responsável pela invasão criminosa de celulares de procuradores. Assim como a postura do site que não entrou em contato antes da publicação, contrariando regra básica do jornalismo.”

O site divulgou trocas de mensagens de Dallagnol e Moro que fazem referências ao processo em que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) foi condenado no caso do tríplex de Guarujá.The Intercept Brasil informou que obteve o material de uma fonte anônima, que pediu sigilo. O pacote inclui mensagens privadas e de grupos da força-tarefa no aplicativo Telegram de 2015 a 2018.

Em uma das mensagens de texto, no dia 21 de fevereiro de 2016, Moro sugeriu alterações no calendário das operações da força-tarefa da Lava Jato em Curitiba, em decorrência de desdobramentos políticos. Dallagnol, de acordo com o site, disse ao magistrado que haveria problemas logísticos para acatar a sugestão.

OGLOBO

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