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Lulinha usou ‘empresas inexistentes’ para dissimular operações milionárias

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© Relatório Fiscal/Receita Federal/Divulgação

Uma equipe especial de fiscalização da Receita Federal descobriu que a Gamecorp — empresa que tem como sócio Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha — contratou “empresas inexistentes”, duas delas também registradas no nome do filho do ex-presidente Lula para dissimular lucros milionários. Conforme as declarações de renda de Lulinha de 2013 a 2015, a Gamecorp repassou 2,8 milhões de reais para a G4 Entretenimento e Tecnologia Digital e a LLF Participações, que, posteriormente, distribuíram lucros isentos de tributação, no montante de 2,9 milhões de reais, ao mesmo Lulinha. Para o Fisco, a transação foi feita para que o empresário deixasse de pagar tributos. Por isso, o órgão fez uma representação fiscal para fins penais, que pode se transformar em processo e resultar numa pena de dois a cinco anos de prisão em regime fechado. Outras quatro empresas que fizeram negócios com a Gamecorp também não existiriam de fato, incluindo firmas de engenharia.

“Além da anormalidade de contratante e contratado serem a mesma pessoa, chama a atenção os valores envolvidos, muito acima daqueles pagos às demais prestadoras de serviços”, diz a Receita em um dos relatórios de fiscalização da Gamecorp. “Os serviços foram prestados por estas duas empresas, G4 e LLF, na pessoa de Fábio Luís, o qual, desta forma, contratou a si mesmo através de duas empresas diferentes no período, de forma contínua e não cumulativa, recebendo remuneração para executar as mesmas atividades que realizava enquanto diretor presidente da Gamecorp”.

A Receita foi atrás das empresas contratadas. Ao sair a campo, descobriu que elas não existem. Em um dos relatórios de fiscalização há um capítulo especial sobre a “Inexistência Fática das Prestadoras de Serviços”, que inclui trechos da investigação e até fotos dos locais atribuídos por Lulinha à existência das empresas. No domicílio tributário informado pela prestadora de serviços LLF Participações à Receita, existe apenas um terreno vazio, murado, com uma antena parabólica dentro do lote. “Sem vestígio da empresa”, registra a Receita. Intimada a prestar esclarecimentos, a LLF informou ao Fisco que o terreno era alugado pela própria Gamecorp. “A LLF nem mesmo possui empregados em qualquer época”, diz a Receita.

Outra diligência comprovou que a G4 também não existia no endereço declarado, em São Paulo. Mais: a G4 ficou sem nenhum empregado entre outubro de 2015 e maio de 2016. “Ao menos de 2011 até os dias atuais, a empresa G4 Entretenimento é inexistente de fato.” Intimado, Fábio Luís não se prontificou a comprovar a existência das as empresas contratadas pela Gamecorp e que posteriormente lhe repassaram recursos. O filho do ex-presidente Lula tem problemas de sobra. Nesta semana, ele foi alvo de uma nova fase da Operação Lava Jato, que apura se dinheiro recebido por Lulinha e seus sócios foram usados para pagar a compra do sítio de Atibaia, aquele mesmo que rendeu uma condenação a dezessete anos de cadeia a Lula. As empresas de Lulinha e de seus sócios Fernando Khalil e Jonas Suassuna, donos formais do sítio, receberam 172 milhões de reais da Oi e da Vivo entre 2004 e 2016. Nesse período, Lulinha fez lobby para que pleitos da Oi fossem acolhidos pelo governo de seu pai, o que de fato ocorreu.

VEJA.com

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UNEB realiza salvamento de urna funerária com ossos humanos no povoado Passagem Velha em Senhor do Bonfim

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O Departamento de Educação (DEDC), Campus VII da UNEB realizou o salvamento de uma urna funerária com ossos humanos no povoado Passagem Velha, área rural de Senhor do Bonfim-BA. A escavação durou dois dias, sábado (18) e domingo (19), e foi coordenada pela arqueóloga e professora do DEDC VII da UNEB, Cristiana Cerqueira. O salvamento teve caráter emergencial, pois havia o risco de vandalização da urna, pois muitas pessoas já tinham conhecimento da existência deste artefato.

A urna funerária de tradição ceramista tupi-guarani coberta com dois opérculos (tampa) e vasilhame, encontrados no povoado, estão no Laboratório de Arqueologia e Paleontologia (LAP) do DEDC VII da UNEB onde passarão por análises. “Será feito peneiramento dos sedimentos, pois qualquer evidência de sementes, restos de ossos e fragmentos de carvão, são indicativos da ocupação do grupo indígena, da vegetação predominante na época, e do por que só foram encontrados três fragmentos de ossos bem erodidos”. Os carvões encontrados serão encaminhados para o Laboratório Beta Analytic, na Califórnia, Flórida-EUA para datação por carbono 14 para obter a idade exata dos achados.

As urnas funerárias estavam presentes nas culturas indígenas brasileiras, no período pré-colonial (pré-histórico). Essas cerâmicas espessas com bordas reforçadas apresentam pinturas com tonalidades preto, vermelho e/ou branco e tinham duas finalidades: o sepultamento primário, utilizada para conter o corpo do morto; e o sepultamento secundário, usada para conter os ossos do morto. Neste caso específico, só será possível identificar a finalidade após as análises.

Existem informações de sítios arqueológicos em vários municípios do estado, mas em Senhor do Bonfim, não havia informação de ocorrência de sítio pré-colonial (pré-histórico), sendo esse o primeiro do município. Assim, “Essa descoberta vai gerar grande informação educativa e cultural para o nosso departamento, para a UNEB e para o município, pois além dos materiais coletados, continuaremos com a pesquisa acadêmica após solicitação de permissão ao Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) para que sejam feitas outras investigações na localidade, que provavelmente se tornará um sítio arqueológico – escola para a UNEB”, afirmou a arqueóloga.

A professora Cristiana, destacou ainda que será agendada uma palestra sobre educação patrimonial na comunidade Passagem Velha para abordar sobre o achado, o que é arqueologia e a importância da população não escavar a região. “Ao encontrar um objeto, deve-se entrar em contato com a UNEB, pois temos pesquisadores capacitados para este trabalho. O correto é que seja feito um estudo científico, pois se a pessoa abre e retira a urna não terá informação nenhuma, apenas a existência de uma urna”, frisou. E destacou também que “A posição de Marcelo, proprietário das terras onde foi encontrado o artefato arqueológico, de contatar os profissionais da UNEB para realizar o estudo foi fundamental, pois às vezes, a pessoa escava e destrói o sítio”.

Alunos e ex-alunos do curso de Ciências Biológicas do DEDC VII e as empresas HAS Consultoria Arqueológica e Pesquisa e Patrimônio Consultoria também participaram da escavação.

Lorena Simas
Coordenadora do Núcleo de Assessoria de Comunicação (NAC-DEDC/ UNEB)

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Nota e Retratação por erro em matéria veiculada com tema do ano de 2011

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O Portal de Noticias Minuto Bahia vem a publico fazer a correção de um erro cometido na veiculação de uma matéria veiculada nesta terça-feira 21 que tratava de uma coletiva de imprensa realizada no ano de 2011 pelo Coordenador da 19ª Corpin, Dr. Felipe Neri. Como é feito por muitos meios de comunicação que buscam matérias e informações em grupos de noticias no Watsapp, a matéria encontrava-se em um grupo, não sei qual o motivo e por desatenção do nosso redator foi postado de forma equivocada como sendo matéria atual. Em tempo retiramos a matéria postada e pedimos sinceras desculpas aos envolvidos no texto (corpo) da matéria. Reiteramos o nosso compromisso com a verdade e imparcialidade como meio de comunicação.

Att:

Jornalismo do Portal Minuto Bahia

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‘A Volta do Morro’ inicia ensaios e pede apoio para continuação do projeto

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Declarada Patrimônio Cultural de Senhor do Bonfim, a Escola de Samba A Volta do Morro voltou aos ensaios para seu desfile independente.

Levando uma multidão às ruas do bairro Alto da Maravilha, o grupo ensaia diariamente para fazer a apresentação na cidade. No período carnavalesco o grupo de 25 integrantes se apresentam pelas principais ruas levando alegria aos cidadãos Bonfinense que ficam na cidade no período.

A Volta do Morro também é conhecida pelo o famoso “Vai Quem Quer”, bloco onde integrantes e admiradores saem fantasiados e jogando amido de milho e farinha de trigo nas pessoas.

O Presidente da “Volta do Morro”, Paulo Fernando, pede apoio para que possa dar continuidade ao projeto que já dura mais de 45 anos. Nas redes sociais ele escreveu:

“Estou pedindo ajuda para a Escola de Samba A Volta do Morro, como patrocínios e materiais para os instrumentos. Por favor, ajudem. Não quero deixar a Escola de Samba morrer. ‘Tá’ no sangue!”, escreveu.

Para quem se disponibiliza a ajudar, entrar em contato com o número:

(74) 9 9132 6035 – Falar com Paulo Fernando

Bonfim Notícias

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