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Educação

MEC vai abrir investigação para apurar edital de livros didáticos

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© Reinaldo Canato Estudantes se preparam para realização da prova de vestibular

O Ministério da Educação (MEC) informou que vai abrir uma investigação para apurar o edital que orienta a produção de livros didáticos que serão entregues em 2020, após a alteração no dia 2 de janeiro que retirava trechos sobre violência contra a mulher, quilombolas e permitia publicidade nas publicações escolares.

Segundo o ministério, o ministro da Educação, Ricardo Vélez Rodríguez, decidiu tornar sem efeito o 5º Aviso de Retificação, “tendo em vista os erros que foram detectados no documento cuja produção foi realizada pela gestão anterior do MEC e envida ao FNDE em 28 de dezembro de 2018”.

As mudanças foram feitas no Anexo 3 do edital, que trata dos “Critérios para Avaliação das Obras Didáticas” para o Ensino Fundamental II (do 6º ao 9º ano). As normas servem para que o Ministério da Educação (MEC) compre anualmente os livros para todas as escolas públicas do Brasil, ao custo de cerca de 1 bilhão de reais.

O item L do documento, segundo o qual a obra deveria “estar isenta de erros de revisão e/ou impressão” foi retirado do edital. Assim, podem ser aprovados até mesmo livros com erros gramaticais. “Incluir referências bibliográficas” também não será mais necessário, medida que permitirá que o material de estudo seja ou não baseado em pesquisas científicas.

Os livros do Ensino Fundamental também não precisam mais estar isentos de publicidade de marcas, produtos ou serviços comerciais, pois o item que a proibia foi retirado. Assim, uma publicação pode incluir um anúncio publicitário verdadeiro, por exemplo, para análise em sala de aula.

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Educação

MEC revoga decisão de não avaliar alfabetização de crianças

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© Rivaldo Gomes Sala de aula

A medida do Ministério da Educação que adiava a avaliação de alfabetização de crianças para 2021 foi revogada. No Diário Oficial da União desta terça-feira 26, o ministro Ricardo Vélez Rodríguez assina decreto que anula a decisão – anunciada na segunda e criticada ao longo do dia, que terminou com o pedido de demissão da secretária de Educação Básica, Tânia Leme de Almeida. Não há ainda informações sobre as novas diretrizes para as avaliações.

Nesta segunda-feira, o MEC decidiu alterar projeto do ex-presidente Michel Temer e não avaliar a alfabetização das crianças brasileiras até 2021. O índice é medido pelo Sistema de Avaliação Básica (Saeb), aplicado pelo Instituto Nacional de Estudos Educacionais Anísio Teixeira (Inep).

Pela determinação, estudantes com até 7 anos não realizariam a prova. A pasta justificou que o adiamento foi solicitado pela Secretaria de Alfabetização porque no ano de 2021 todas as escolas do país terão implantado a nova Base Nacional Comum Curricular (BNCC) e estarão ajustadas às políticas de alfabetização propostas pelo ministério.

VEJA.com

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Educação

MEC cria comissão para vigiar Enem

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© Foto: Marcos Santos/USP Imagens

O Ministério da Educação (MEC) criou nesta quarta-feira uma comissão com três pessoas para avaliar as questões do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). O grupo inclui um ex-aluno do ministro Ricardo Vélez Rodríguez e terá acesso ao ambiente de segurança máxima onde ficam as perguntas da prova para “verificar sua pertinência com a realidade social, de modo a assegurar um perfil consensual do exame”, segundo o ministério.

A comissão tem dez dias para dar um parecer e dizer quais questões ficam e quais serão retiradas do maior vestibular do País. O MEC nega que se trate de censura.

Se o grupo considerar que a questão dever ser eliminada, o diretor de Avaliação da Educação Básica do Instituto de Estudos e Pesquisas Educacionais do MEC (Inep), Paulo Cesar Teixeira, junto com a equipe técnica especialista em exames do órgão, ainda poderá discordar. Nesse caso, o presidente do Inep, Marcus Vinícius Rodrigues, decidirá se a questão sai ou fica. Teixeira é ligado a Igreja Católica. Rodrigues foi indicação dos militares.

Os membros da comissão são Marco Antônio Barroso Faria, ex-aluno de Vélez, que é secretário de Regulação e Supervisão da Educação Superior no MEC, o representante do Inep, Antônio Maurício Castanheira das Neves e um membro da sociedade civil, Gilberto Callado de Oliveira, procurador de Justiça do Ministério Público de Santa Catarina, também indicado por Vélez.

Callado de Oliveira, em entrevista dada a uma revista da Igreja Católica, afirmou que há uma ação ideológica na comunidade do pensamento jurídico brasileiro. “Os motivos são vários, mas destaco a contaminação ideológica nas universidades, que vêm formando juristas e políticos com mentalidade cada vez mais liberal e esquerdizante”, afirmou.

Barroso Faria é formado em Filosofia. Teve mestrado e doutorado em Ciência da Religião orientados por Vélez na Universidade Federal de Juiz de Fora. Castanheira é psicólogo, com doutorado em Filosofia, e atualmente é diretor no Inep.

O presidente Jair Bolsonaro já criticou algumas vezes as questões do Enem e disse que ele mesmo veria a prova antes de ser feita pelos alunos. Ele não gostou de uma pergunta no último exame que falava de um dialeto usado por transexuais.

Segundo portaria publicada hoje pelo Inep, os membros da comissão assinarão Termo de Compromisso de Confidencialidade e Sigilo sobre o que verão no ambiente seguro onde ficam as questões. Para entrar na área, que fica no prédio do Inep, é preciso passar por um scanner de corpo, deixar celulares fora e ter o nome autorizado.

Um dos nomes que inicialmente havia sido pensado para a comissão era de Murilo Resende, hoje assessor no MEC. Ele chegou a ser nomeado para comandar a diretoria no Inep que faz o Enem, mas após repercussão negativa, foi retirado do órgão.

Estado apurou que o Inep não queria Resende na comissão e por isso ele acabou ficando de fora. Em uma audiência pública no Ministério Público Federal, em 2016, sobre “Doutrinação Político-Partidária no Sistema de Ensino” ele afirmou que professores brasileiros são desqualificados e manipuladores, que tentam roubar o poder da família praticando a “ideologia de gênero”. Resende também não tem experiência em avaliações.

Quando ele foi indicado para o cargo no Inep, o filho do presidente, o deputado federal Eduardo Bolsonaro defendeu a indição. Ele disse que os alunos não precisariam mais saber “sobre feminismo, linguagens outras que não a língua portuguesa ou História conforme a esquerda” já que o Enem estaria “sob a égide de pessoas da estirpe de Murilo Resende”.

O Enem será realizado neste ano nos dias 3 e 10 de novembro. No ano passado, teve cerca de 6 milhões de inscritos. A prova seleciona para vagas nas universidades púbicas e particulares do País.

Estadão

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Educação

Educação: seguem até dia 10 de fevereiro inscrições para 153 vagas em diversos cursos no IF de Bonfim

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Seguem até o próximo dia 10 de fevereiro as inscrições para os cursos de Qualificação Profissional, na modalidade de Formação Inicial e Continuada – FIC, que será ofertado no Campus Senhor do Bonfim.

As inscrições são gratuitas e devem ser feitas por meio eletrônico no endereço extensao@bonfim.ifbaiano.edu.br

Devem ser anexados à ficha de inscrição a cópia do documento de identificação oficial com foto, CPF e comprovante de escolaridade exigida para cada curso.

cursos e vagas

Libras Básico (26 vagas)
Agricultura Orgânica (30 vagas por turma)
Natação (16 vagas)
Instrumentos de Percussão I (07 vagas)
Introdução ao Canto Coral (15 vagas)
Contrabaixo Elétrico I (07 vagas)
Violão I (07 vagas)
Introdução à Agroecologia (30 vagas por turma)
Fundamento do Desenho Artístico (15 vagas)

blogdonettomaravilha

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