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Ponto Novo: Em sentença de mérito justiça confirma fraude e determina suspensão imediata da divulgação de pesquisa IBOPE propagado pela oposição

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A juíza Ana Lúcia Ferreira Matos, da 149ª Zona Eleitoral de Itiúba determinou por indícios de fraude pela 2ª vez suspenção e impedimento de divulgação de pesquisa que foi contratada pela oposição de Ponto Novo que tem como pré-candidato e cabeça de chapa o Dr. Thiago Gilleno (PSD).

O levantamento havia sido divulgado por Mandato de Segurança, o IBOPE apresentou sua defesa e com vista dos autos, o Ministério Público Eleitoral ofertou o parecer nesta quinta-feira, 13 de agosto, opinando pela improcedência do pedido de divulgação feito pela empresa, por a pesquisa apresentar inconsistências que maculam o resultado, de modo que não pode ser divulgada.

Na denúncia, feita pelo PL (Partido Liberal) são apontadas irregularidades como número de entrevistados, às ponderações de gênero, não há qualquer informação acerca do número e percentual de entrevistados sob essa rubrica, à idade dos entrevistados, o percentual apresentado não condiz com os dados do TSE para as faixas etárias apontadas, os índices apresentados para o nível econômico dos entrevistados não apresentam correlação com as fontes apontadas pela Atlas Brasil e na data da entrada na cidade de Ponto Novo para a realização pesquisa, na qual já antecipou o resultado de ato ainda não praticado, maculando a isenção dos dados coletados, deixando entrever manipulação.

“Ao se analisar os dados disponibilizados pelo TSE quanto ao percentual de eleitores por idade, observa que os percentuais especificados no plano amostral das empresas acionados não apresentam qualquer correlação com os percentuais da população pesquisada, havendo oscilações em todos os níveis […] Nesse contexto tem-se que os substratos que alimentaram o método PPT (Probabilidade Proporcional ao Tamanho), com relação ao tópico eleitor/idade partem de premissas falsas, viciando todo o resultado apresentado”, explica a magistrada.

Ainda de acordo a juíza, “a empresa contratada não foi clara em justificar os questionamentos do partido representante, sendo certo aos olhos desta juízo eleitoral de primeiro grau que a pesquisa não transmite a devida transparência dos dados coletados [..] Frise-se que a escolha aleatória de dados assemelha-se às enquetes […] Destarte, imperioso reconhecer que é totalmente desconhecido deste juízo eleitoral a fonte de onde se extraiu o PEA apontado no Plano Amostral, abalando, ainda mais, a credibilidade da pesquisa realizada.. Ressalte-se que cumpria à empresa IBOPE vir aos autos na defesa de seu Plano Amostral apontando a origem concreta de seus dados, o que não ocorreu […] Diante dos erros identificados, forçoso reconhecer que não há como se saber, ao certo, a faixa etária por sexo dos eleitores, nem a origem do percentual da população economicamente ativa por sexo, informações essenciais para que se conheça a amostra e se possa inferir qual realidade o resultado da pesquisa apresentada está inserido, assim, evidente que o plano amostral apresentado não atendeu requisito legalmente exigido […] Ante o exposto, desacolhendo o parecer do Ministério Público Eleitoral, JULGO PROCEDENTE a presente representação eleitoral para fins de reconhecer que a pesquisa registro PesqEle, BA-06166/2020, apresenta vícios insanáveis em seu plano amostral, não estando apta a ser divulgada, conformando os efeitos da tutela de urgência proferida nestes autos. Sem condenação em custas”, finalizou Ana Lúcia Ferreira Matos.

Essa já é a terceira derrota na justiça da oposição de Ponto Novo, por indícios de fraudes em pesquisas eleitorais.

WebInterativa.com

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Brasil

10 milhões de doses da vacina de Oxford devem chegar da Índia em fevereiro

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Mais 10 milhões de doses da vacina contra a Covid-19 desenvolvida pela AstraZeneca em parceria com a Universidade de Oxford estão sendo negociadas pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) com o Instituto Serum, da Índia, e devem chegar ao Brasil em fevereiro. A informação foi confirmada à CNN por Suresh Jadhav, um dos diretores-executivo do instituto.

Segundo o diretor, a prioridade da Índia são os países vizinhos e outros que não tiveram acesso à vacina, mas quando essa necessidade for suprida deve levar uma semana para que as novas doses cheguem ao Brasil, no mais tardar até fevereiro.

Jadhav afirmou que as negociações estão em um estágio avançado e envolvem questões de distribuição e transporte. O pedido foi feito na semana passada, mas a Fiocruz já havia comunicado o Instituto Serum sobre o interesse há cerca de 15 dias, e mantém contato diário com o departamento de exportação, segundo o diretor.

A Fiocruz afirmou em nota, nesta segunda-feira (25), que tem negociado doses prontas adicionais com o Instituto Serum, além dos 2 milhões de vacinas entregues ao Programa Nacional de Imunizações no sábado (23), mas não especificou quantidades ou datas.

“A negociação segue em andamento e ainda não há um quantitativo acertado. O processo conta com o apoio do governo da Índia e da AstraZeneca, que vem colaborando em todo o esforço de antecipação das vacinas frente às dificuldades alfandegárias para exportação do IFA na China”, informou a Fundação.

Com relação ao IFA, Ingrediente Farmacêutico Ativo necessário para a fabricação de doses da vacina, a Fiocruz afirmou que no acordo com a AstraZeneca está previsto o envio de 14 lotes de insumos para a produção de 7,5 milhões de doses, com intervalo de duas semanas entre cada remessa. Para janeiro, a previsão era de receber dois lotes.

“O primeiro lote, para a produção de 7,5 milhões de doses, está pronto para embarque, no local de fabricação, apenas aguardando a emissão da licença de exportação e a conclusão dos procedimentos alfandegários”, afirmou a nota.

A Fiocruz disse que há uma sinalização de envio da carga no dia 8 de fevereiro, mas ainda sem confirmação, “já que a licença para exportação, a ser concedida pelas autoridades chinesas, segue pendente”.

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Pindobaçu: ex-prefeito não paga aluguel do prédio onde funciona a prefeitura

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No volume de dividas deixado pelo Ex-Prefeito Hélio Palmeiras, nem mesmo o prédio onde funciona a sede da prefeitura, se livrou de um suposto calote. 

De acordo com o atual Prefeito Dr. Davi Menezes, a dívida refere-se a três meses de aluguel, conforme informações repassada por o responsável pelo imóvel, que fica em cima do Banco do Brasil. 

O novo gestor enfatizou ainda, que todos os dias aparece dividas e que sua equipe vem fazendo uma auditoria para tomar conhecimento da real situação em que se encontra o município. Já se sabe por exemplo, que existem dividas com funcionários, Coelba, Bancos, fornecedores, alugueis etc. 

Ainda de acordo com Dr. Davi, sua equipe jurídica e contábil, encontrou as contas da prefeitura praticamente zeradas e que entrará com diversos processos contra o ex-gestor, que deverá responde por improbidade administrativa, ao desobedecer a lei de responsabilidade fiscal, que veta restos a pagar, sem que haja dinheiro em conta.

Por:  Ribeiro Sousa

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Nas últimas 24 hs Bonfim registrou mais 07 novos casos de coronavirus

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