novembro 15, 2018 9:09 am
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Presidente da Câmara de Vereadores de Jaguarari é denunciado pelos servidores concursados por arbitrariedade, abuso de poder e imoralidade administrativa

Ao que se percebe em Jaguarari, desde que o vereador Márcio Gomes, assumiu a cadeira da presidência da Câmara de vereadores de Jaguarari, uma sucessão de escândalos, eclodem a todo instante no legislativo municipal. Pior é que nestes supostos fatos criminosos, o presidente Sr. Márcio Gomes, aparece sempre estar envolvido como figura central dos mesmos.

Desta feita, a denúncia vem dos servidores concursados da casa legislativa, os quais simplesmente, segundo os mesmos, praticamente estão sendo EXPULSOS pelo atual presidente, Sr. Márcio Gomes, o que de forma arbitrária e abusiva, obriga os servidores concursados a mudarem o vínculo empregatício para a prefeitura, simplesmente por ele (presidente) ter assinado um convênio com o município, para cessão de servidores, o qual não tem o condão legal, de possibilitar a mudança de vínculo empregatício do servidor, sem a anuência do mesmo.

Os servidores revelam que não aceitam ser tratados como mercadorias, para estarem sendo jogados unilateralmente, de um lado, para outro, sem qualquer razão legal para tal e por isso, alguns já denunciaram no Ministério Público, o abuso, arbitrariedade e a imoralidade administrativa, imposta pelo presidente da câmara Márcio Gomes.

Os servidores revelam desde batidas em mesas, pelo presidente, que segundo os mesmos, tem tratado todos os trabalhadores da casa, como meros objetos, ao destempero, arrogância, ignorância que o edil tem mostrado a frente da presidência do legislativo.

Desta forma, inclusive, outra turma de servidores, repudiando e NÃO anuindo com esse descaso, já estão agendados no Ministério Público, para também formalizarem a denúncia nesta segunda feira, 23 de abril.

O que chama atenção de tudo isso, é qual o sentido, finalidade e para onde vão os recursos públicos que sobrarão do não pagamento dos servidores?

Há poucos dias, o presidente da Câmara foi denunciado na justiça federal, pelo município de Uauá, por suposto desvio de recursos públicos no montante de quase $ 222.000,00 (duzentos e vinte dois mil reais) através da sua empresa de construção civil – Moxotó Construções LTDA.

Outro dado importante a ser revelado é que o município de Jaguarari repassou o duodécimo para câmara municipal dia 12 de abril, oito dias antes do vencimento, que seria dia 20, todavia, apesar dos servidores terem trabalhado o mês de abril para a câmara municipal, não receberam seus vencimentos, que deveriam ser pagos dia 20, e o presidente da câmara, informou que este pagamento será feito pelo município, sendo que esses servidores, não prestaram qualquer serviço à municipalidade, no referido mês, tudo muito obscuro, ficando no ar, sem resposta, para onde vai, ou em que será aplicada, a sobra do recurso pelo não pagamento indevido do salário dos servidores, neste mês de abril.

Há que se mencionar ainda, que o presidente Sr. Márcio Gomes, pretende com essa ação de transferir 20 servidores, a mão de ferro, deixando apenas 7 servidores concursados na casa legislativa, representando uma sobra de recursos, onde ninguém sabe a razão legal e aonde irá parar esse recurso.

O que a população espera é um atuar mais firme do poder judiciário, tendo em vista que a sensação de impunidade parece reinar no legislativo, e tem certamente sido o combustível, para a cada dia, novos fatos criminosos, arbitrários, estarem em pauta naquela casa e com as mesmas supostas figuras de sempre.

Ademais, bom lembrar que contra o presidente já pesam denúncias de diversas espécies no Ministério Público e agora também, na justiça federal e que a população assiste de camarote, até quando os supostos fatos criminosos no poder legislativo, serão aceitos pelo poder judiciário.

Por fim, levando se em conta, a denúncia do Sr. Klinton Marcel, de que o presidente agiu em conluio com o ex-vice prefeito Fabrício D’ Agostino e o edil Zé Galego, para cassar o prefeito Everton Rocha, com a compra do denunciante para assinar a denuncia, e outras benesse futuras, tendo essa transferência de servidores da câmara se operado logo após o vice assumir, o que representa uma economia de grande quantia de dinheiro publico para câmara, a população se pergunta, se também esse fato não fazia parte dos acordos com fins ilícitos, que estão por trás, da cassação do prefeito Everton Rocha, visto que essa benesse do município em assumir uma dívida mensal alta, e a câmara ganhar uma sobra vultosa de dinheiro público, com a liberação do não pagamento de 20 servidores da folha, com certeza existe uma razão por trás e que não é difícil de imaginar, observando o histórico dos personagens e o enredo da cassação do gestor.

Realmente Jaguarari, está um ponto fora da curva, com obviedades que estarrecem a população e se não houver uma posição firme, seria e célere, ninguém sabe onde esses atos podem chegar.

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