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Brasil

Secom diz que legislação impede Ministério da Saúde de receber recursos privados

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Foto: Divulgação

Após a revelação de que o governo federal transferiu R$ 7,5 milhões doados para compra de testes de Covid-19 a um programa da primeira-dama, Michelle Bolsonaro, a Secretaria Especial de Comunicação Social (Secom) disse que a legislação vigente impede que o Ministério da Saúde receba recursos de entes privados. A doação foi feita pela empresa Marfrig, um dos maior frigoríficos de carne bovina do país.

“A legislação em vigor impede que o referido ministério receba recursos privados e, em maio, o órgão declinou da doação porque não precisava mais dos equipamentos”, disse a nota da Secom, publicada pela Agência Brasil. Naquele mês, a curva de casos e óbitos em decorrência do novo coronavírus era crescente no Brasil.

Mas, de acordo com a Secom, a empresa teria procurado o programa Pátria Voluntária, coordenado pela primeira-dama “e optou por repassar a doação ao programa para atender às necessidades de entidades sociais a elas vinculadas”. O governo afirma que o Arrecadação Solidária é um canal do programa que permite doações financeiras tanto por pessoas físicas quanto por pessoas jurídicas.

“Como também permite a legislação específica, os recursos arrecadados são direcionados para organizações da sociedade civil para efetivação de atendimento a pessoas em situação de vulnerabilidade, o que de fato ocorreu no caso citado”, justificou a Secom.

A resposta contraria o que disse a matéria do jornal Folha de S. Paulo, que revelou o desvio do montante (saiba mais aqui). Segundo a reportagem, a Marfrig anunciou a doação para os testes no dia 23 de março e disse ter recebido uma resposta da Casa Civil, no dia 20 de maio, informando que o dinheiro seria usado “com fim específico de aquisição e aplicação de testes de Covid-19”.

Então, no dia 1º de julho, com o dinheiro já transferido, o governo teria consultado a empresa sobre a possibilidade de utilizar a verba em outra ações de combate à pandemia, que não o uso de testes. “Como a ação estava diretamente ligada à mitigação dos danos causados pela pandemia, a Marfrig concordou com a nova destinação dos recursos doados”, disse a empresa. Com isso, o dinheiro foi repassado ao Arrecadação Brasil, vinculado ao Pátria Voluntária. 

Nesta sexta (2), o jornal revelou que uma das ONGs beneficiadas pelo programa fez parte da mobilização para evitar a interrupção da gravidez de uma menina de 10 anos, estuprada pelo tio no Espírito Santo (saiba mais aqui).

BN

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‘Não tem mesmo que ter Carnaval’, declara Ivete ao direcionar atenção a ciência e vacina

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Seguindo com a estratégia de divulgação da música “Tá Solteira, mas não tá Sozinha”, lançada na última sexta-feira (29) com Xanddy, a cantora Ivete Sangalo realizou uma live com a influenciadora e humorista GKay. Além de assuntos pessoais, como a importância do agrupamento das mulheres para lidar com o preconceito, a baiana falou sobre a não realização do Carnaval em 2021 por conta dos efeitos da Covid-19. “Não tem mesmo que ter Carnaval. Tem que ter ciência, vacina, o povo sendo vacinado…”, indicou.

Esta não é a primeira vez que a baiana fala do assunto. Em setembro do ano passado, quando ainda era especulação, ela disse: “Faz parte da etiqueta da empatia eu não me deprimir com a ausência do Carnaval, porque esse definitivamente não é o maior problema que nós temos. É preciso ter distanciamento crítico e alguma maturidade”, confessou.

Apesar desse entendimento, a artista, que é uma das maiores expoentes da folia do momo no Brasil, admitiu não ser fácil esse entendimento. “Mas vou te falar: ‘Meu coração fica muito na saudade dessa festa que é muito importante para nós todos”, finalizou. Assista: 

por Júnior Moreira Bordalo

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Brasil

Brasil aplica 2 milhões de doses e é 8º no ranking de vacinação contra a Covid-19

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O Brasil subiu de posição no ranking da vacinação contra a Covid-19. O pais já imunizou 2 milhões de pessoas e agora é o 8º no mundo com maior número de pessoas vacinadas. Os dados constam no levantamento desta segunda-feira (1º) do projeto “Our World in Data”.

No mundo já são 94 milhões vacinados contra a doença causada pela infecção do novo coronavírus. 

O Brasil subiu da 12ª posição na quinta-feira (28) para a 8ª. 

O país que mais vacinou até o momento são os Estados Unidos, onde 31,12 de pessoas foram imunizadas.

A segunda posição fica com a China (22,77 milhões), em seguida aparecem o Reino Unido (9,47 milhões), Israel (4,74 milhões), Índia (3,74 milhões), Emirados Árabes Unidos (3,33 milhões), Alemanha (2,32 milhões), Brasil (2,07 milhões), Turquia (1,99 milhão) e Itália (1,96 milhão).

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ACM Neto nega acordo com Bolsonaro para indicar ministro da Educação

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O presidente nacional do Democratas, ACM Neto (DEM), voltou a frisar que não negociou qualquer cargo com o presidente Jair Bolsonaro (sem partido). Em texto enviado à imprensa, por meio de sua assessoria, o político baiano diz que “não existe a menor hipótese” de indicar alguém para cargo no governo.

“Isso eu coloquei para o presidente Bolsonaro no primeiro encontro que eu tive com ele, logo depois que ele foi eleito. Não vou indicar um porteiro, um servente para cargo no governo, imagina negociar ministro. Isso não existiu, nem vai existir”, ressalta.

A mensagem é uma resposta à nota publicada pelo portal O Antagonista, relatando que Bolsonaro teria prometido entregar ao DEM a chance de indicar um nome para o Ministério da Educação (MEC) como forma de recompensar o partido pela decisão de não fechar apoio à candidatura de Baleia Rossi (MDB-SP) para a Presidência da Câmara. Os deputados do partido agora estão livres e ao menos a maioria da bancada baiana já declarou apoio a Arthur Lira (PP-AL).

Embora o atual presidente da Casa, Rodrigo Maia (DEM-RJ), se oponha a Bolsonaro nos discursos, o partido afirma ter uma posição de independência. Em mais de uma ocasião, Neto pontuou que os membros do DEM no governo, como a ministra da Agricultura, Tereza Cristina, foram decisão particular de Bolsonaro, e não fruto de articulação partidária.

Bahia Notícias

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