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Educação

Sisu 2020: inscrições são abertas com prazo estendido; estudantes relataram lentidão em site

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Edição do primeiro semestre tem 237.128 vagas em 128 instituições de todo o país. Período de inscrição foi prorrogado até domingo (26) após erros nas notas do Enem. Segundo o MEC, acesso ao sistema foi restabelecido às 12h.

As inscrições do 1º semestre de 2020 do Sistema de Seleção Unificada (Sisuforam abertas na madrugada desta terça-feira (21). O sistema permite que o estudante concorra a 237,1 mil vagas em universidades federais de todo o país.

Os estudantes podem se inscrever até as 23h59 do próximo domingo (26). O prazo, que antes se encerraria na sexta (24), foi prorrogado após erros nas correções de provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) que, de acordo com o ministro da Educação, Abraham Weintraub, afetou quase 6 mil candidatos, mas foi corrigido antes da abertura das inscrições do Sisu.

Lentidão

Logo após o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Anísio Teixeira (Inep) liberar as inscrições no site do Sisu, estudantes relataram lentidão e dificuldades para se candidatar às vagas das universidades federais.

G1 entrou em contato com o Inep, responsável pelo exame, para pedir um posicionamento sobre o caso. O instituto informou que os esclarecimentos deveriam ser pedidos ao Ministério da Educação (MEC). Procurado, o MEC informou às 12h que o sistema já havia sido restabelecido e que o problema era ocasionado pelo grande número de acessos simultâneos de usuários – no entanto, o G1 continuou encontrando lentidão e erro no acesso ao sistema por volta das 12h20.

Por volta das 9h, o site não estava reconhecendo a seleção do captcha, mecanismo que evita que evita o ataque de robôs. Candidatos também relataram que o site dava erro na seleção do curso.

De madrugada, usuários reclamaram nas redes sociais sore uma mensagem que surgia logo depois de clicarem no botão ‘Fazer inscrição’: os estudantes eram redirecionados para uma página com o aviso de que as “inscrições estão encerradas”. Quem conseguia incluir os dados pessoais para prosseguir com a inscrição reclamou de falhas na autenticação.

Alerta na página no Sisu na madrugada desta terça-feira (21) — Foto: Reprodução/Sisu

Alerta na página no Sisu na madrugada desta terça-feira (21) — Foto: Reprodução/Sisu

Sisu 2020: como se inscrever

As inscrições devem ser feitas na página do Sisu.

Podem participar os candidatos que fizeram o Enem em 2019 e não tiraram nota zero na prova de redação. Nesta edição, são 237.128 vagas em 128 instituições de todo o país.

Cada candidato poderá se inscrever em até duas vagas, especificando a ordem de preferência e o turno no qual pretende estudar.

Também é necessário definir a modalidade na qual o aluno se encaixa – ampla concorrência ou alguma relativa às ações afirmativas (com critérios raciais ou sociais).

O que o candidato deve saber sobre a inscrição do Sisu:

  • As inscrições vão de 21/1 a 26/1;
  • É possível escolher dois cursos (primeira e segunda opção);
  • O sistema atualiza uma vez ao dia e muda a ordem dos inscritos conforme a nota do Enem;
  • A primeira atualização será divulgada a partir da 0h de 23/1;
  • Recomenda-se que o estudante entre no sistema uma vez ao dia para saber se a disputa pela vaga ainda é viável ou se prefere mudar de curso;
  • O resultado da chamada regular sai no dia 28/1;
  • Se for aprovado na segunda opção de curso, o candidato não será incluído na lista de espera da primeira opção (leia mais abaixo);
  • O prazo para escolher participar da lista de espera é de 29/1 a 04/2;
  • A convocação da lista de espera será no dia 7/2 a 30/4;

Cronograma do Sisu 2020

  • Abertura das inscrições: 21 de janeiro (terça-feira)
  • Fim das inscrições: 23h59 de 26 de janeiro (domingo)
  • Resultado: 28 de janeiro
  • Prazo para participar da lista de espera: 29/1 a 04/2
  • Convocação dos candidatos em lista de espera: 07/2 a 30/4

Por volta das 9h, o site não estava reconhecendo a seleção do captcha, mecanismo que evita que evita o ataque de robôs. Candidatos também relataram que o site dava erro na seleção do curso.

De madrugada, usuários reclamaram nas redes sociais sore uma mensagem que surgia logo depois de clicarem no botão ‘Fazer inscrição’: os estudantes eram redirecionados para uma página com o aviso de que as “inscrições estão encerradas”. Quem conseguia incluir os dados pessoais para prosseguir com a inscrição reclamou de falhas na autenticação.

Alerta na página no Sisu na madrugada desta terça-feira (21) — Foto: Reprodução/Sisu

Alerta na página no Sisu na madrugada desta terça-feira (21) — Foto: Reprodução/Sisu

Sisu 2020: como se inscrever

As inscrições devem ser feitas na página do Sisu.

Podem participar os candidatos que fizeram o Enem em 2019 e não tiraram nota zero na prova de redação. Nesta edição, são 237.128 vagas em 128 instituições de todo o país.

Cada candidato poderá se inscrever em até duas vagas, especificando a ordem de preferência e o turno no qual pretende estudar.

Também é necessário definir a modalidade na qual o aluno se encaixa – ampla concorrência ou alguma relativa às ações afirmativas (com critérios raciais ou sociais).

O que o candidato deve saber sobre a inscrição do Sisu:

  • As inscrições vão de 21/1 a 26/1;
  • É possível escolher dois cursos (primeira e segunda opção);
  • O sistema atualiza uma vez ao dia e muda a ordem dos inscritos conforme a nota do Enem;
  • A primeira atualização será divulgada a partir da 0h de 23/1;
  • Recomenda-se que o estudante entre no sistema uma vez ao dia para saber se a disputa pela vaga ainda é viável ou se prefere mudar de curso;
  • O resultado da chamada regular sai no dia 28/1;
  • Se for aprovado na segunda opção de curso, o candidato não será incluído na lista de espera da primeira opção (leia mais abaixo);
  • O prazo para escolher participar da lista de espera é de 29/1 a 04/2;
  • A convocação da lista de espera será no dia 7/2 a 30/4;

Cronograma do Sisu 2020

  • Abertura das inscrições: 21 de janeiro (terça-feira)
  • Fim das inscrições: 23h59 de 26 de janeiro (domingo)
  • Resultado: 28 de janeiro
  • Prazo para participar da lista de espera: 29/1 a 04/2
  • Convocação dos candidatos em lista de espera: 07/2 a 30/4

G1

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Educação

Com Fundeb mais redistributivo, gestão pela lei e na sala de aula é desafio agora

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A aprovação do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb) pelo Senado é um momento raro, em tempos em que políticas públicas e a construção do futuro ganham menos força frente a frequentes discussões de costumes ou de denúncias variadas que marcam um País polarizado.

© Felipe Rau/Estadão

A mesma importância teve a votação na Câmara, em que, pouco após tentativa frustrada do governo federal de desfigurar a proposta, se construiu um consenso sobre o que seria possível aprovar na Casa. Ficou clara a possibilidade de colocar as instituições democráticas que construímos a duras penas no Brasil para funcionar, desde que conversas relevantes e desarmadas aconteçam.

A narrativa de que, para a Educação, não faltam recursos e sim gestão pôde ser substituída pela evidência de que gastamos por aluno em Educação Básica menos da metade do que a média da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) e pagamos muito menos que eles a nossos professores. Com isso, reduzem-se as chances de construirmos um ensino público de qualidade, mesmo que a gestão seja aprimorada.

Por essas razões, ganhou especial relevância a aprovação de um Fundeb permanente, por estar no corpo da Constituição, (e não mais em Disposições Provisórias) e mais redistributivo, logrando chegar onde ele é mais urgente, nos municípios com menos recursos.

Resta agora colocar a gestão da política educacional como prioridade da agenda, tanto na legislação infraconstitucional quanto na prática cotidiana em cada escola, para assegurar educação de qualidade para todas as crianças e jovens.

Estadão

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Educação

Prorrogado até 30 de agosto decreto que proíbe aulas e eventos em toda a Bahia

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O decreto estadual n° 19.586, que proíbe a realização de eventos com mais de 50 pessoas e atividades em escolas das redes pública e privada em toda a Bahia, foi prorrogado até o dia 30 de agosto. A medida foi publicada na edição da última sexta-feira (14) do Diário Oficial do Estado (DOE). O decreto proíbe todas as atividades que envolvem aglomeração de pessoas, como shows, feiras, apresentações circenses, eventos científicos, passeatas, bem como abertura e funcionamento de zoológicos, museus, teatros, dentre outros. A prorrogação da determinação envolve ainda a suspensão do transporte coletivo intermunicipal em cidades baianas com registros recentes (menos de 14 dias) de casos da Covid-19. Continua suspensa nesses municípios a chegada de qualquer transporte coletivo intermunicipal, público e privado, rodoviário e hidroviário, nas modalidades regular, fretamento, complementar, alternativo e de vans.

ivansilvanoticia

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Educação

Volta às aulas ameaça idosos e adultos com problemas de saúde, aponta Fiocruz

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A volta às aulas pode representar uma ameaça potencial para 9,3 milhões de brasileiros. São os idosos e os adultos com problemas crônicos de saúde que vivem nas mesma casas em que moram crianças e adolescentes em idade escolar (3 aos 17 anos) e que, até agora, estavam em isolamento. E São Paulo é o estado com o maior número absoluto de pessoas nesta situação, 2,1 milhões; seguido de Minas Gerais (1,0 milhão) e Rio de Janeiro (600 mil).

© Felipe Rau/Estadão

A quantidade de pessoas que pode passar a se expor ao novo coronavírus foi calculada por análise da Fiocruz feita com base na Pesquisa Nacional de Saúde (PNS 2013), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em parceria com o Laboratório de Informação em Saúde (LIS) da Fiocruz.

Pesquisadores do Instituto de Comunicação e Informação em Saúde (Icict/Fiocruz) analisaram dados da PNS 2013 sobre dois grupos populacionais que se encontram nos chamados grupos de risco da Covid-19: os adultos com idade entre 18 e 59 anos que têm diabetes, doença do coração ou doença do pulmão, e os idosos (com 60 ou mais anos). Em seguida, cruzou os dados para verificar quantos desses dois grupos residem em domicílio com pelo menos um menor entre 3 e 17 anos – ou seja, em idade escolar.

O resultado do estudo trouxe números preocupantes. Quase 3,9 milhões (1,8% da população do país) de adultos com idade entre 18 e 59 anos que têm diabetes, doença do coração ou doença do pulmão residem em domicílio com pelo menos um menor em idade escolar (entre 3 e 17 anos). Já a população idosa (60 anos e mais) que convive em seu domicílio com pelo menos um menor em idade escolar chega a quase 5,4 milhões de pessoas (2,6% da população).

“Nós estimamos, no estudo, que se apenas 10% dessa população de adultos com fatores de risco e idosos que vivem com crianças em idade escolar vierem a precisar de cuidados intensivos, isso representará cerca de 900 mil pessoas na fila das UTIs”, afirmou o epidemiologista Diego Xavier, um dos responsáveis pelo estudo. “Além disso, se aplicarmos a letalidade brasileira nesse cenário, estaremos falando de algo como 35 mil novos óbitos, somente entre esses grupos de risco.”

De acordo com o estudo, o retorno da atividade escolar, que vem sendo anunciado de forma gradativa por vários estados e municípios, coloca os estudantes em situação potencial de transmitir a doença. Mesmo que escolas, colégios e universidades adotem as medidas de segurança, o transporte público e a falta de controle sobre o comportamento de adolescentes e crianças que andam sozinhos representam potenciais situações de contaminação por Covid-19 para esses estudantes.

Se forem contaminados, esses jovens poderão levar o vírus Sars-CoV-2 para dentro de casa e infectar parentes de todas as idades que tenham doenças crônicas e outras condições de vulnerabilidade à Covid-19, representando uma brecha perigosa no isolamento social que essas pessoas mantinham até agora.

Christovam Barcellos, sanitarista e vice-diretor do Icict/Fiocruz, acha que seria recomendável que estados e municípios oferecessem aos pais informações necessárias para os cuidados que devem passar a adotar dentro de suas casas. “Se isso não for feito, muitos pais se sentirão inseguros frente à decisão de retomar os estudos presenciais dos seus filhos”, afirmou. “Com a expansão da população exposta à infecção pelo vírus, deveriam também ser ampliadas as atividades de vigilância epidemiológica desses grupos vulneráveis por meio de testagens e acompanhamento clínico permanente.”

Estadão

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