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Saúde

Anvisa nega pesquisa da Unicamp para pesquisa com cultivo de cannabis

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Anvisa negou um pedido da Unicamp para desenvolver uma pesquisa com o cultivo de Cannabis. A resposta negativa foi dada em 6 de novembro, após nove dias de análise.

Cultivo de cannabis Foto: Eric Engman / AP

Em parceria com a empresa Entourage Phytolab, o estudo agronômico da Unicamp duraria dois anos e trabalharia com 91 tipos de sementes de Cannabis para a produção de medicamentos.

Um recurso será apresentado nos próximos dias à Diretoria Colegiada da agência, que deve ser julgado em janeiro.

“É uma pena. Infelizmente estamos passando por um momento de muito obscurantismo. Não estamos pedindo nada que não esteja autorizado pela lei”, afirmou Caio Santos, CEO da Entourage, ressaltando que o trabalho pode contribuir com o combate de doenças coronárias, emagrecimento e tratamentos anti-inflamatórios.

Na semana passada, a Universidade Federal de Viçosa e a startup ADWA Cannabis iniciaram uma pesquisa para o melhoramento genético da planta.

Contudo, após resistência da Anvisa, o estudo só começou após uma decisão judicial.

Época

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Vacina da Pfizer é capaz de neutralizar variante brasileira, diz estudo

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Em artigo publicado nessa 2ª feira (8.mar.2021) na revista científica The New England Journal of Medicine, pesquisadores indicaram que a vacina desenvolvida pela Pfizer/BioNTech conseguiu neutralizar 3 novas variantes do coronavírus: a B.1.1.7 (do Reino Unido), a B.1.351 (da África do Sul) e a brasileira P.1.

© Divulgação/Pfizer

O estudo foi conduzido por cientistas da Universidade do Texas, nos Estados Unidos, e pela equipe de desenvolvimento e pesquisa da Pfizer. Eis a íntegra do artigo, em inglês (376 KB).

No início de fevereiro, a Pfizer já havia dito que o imunizante é eficaz contra as variantes britânica e sul-africana. O novo estudo indica que a vacina também protege contra a P.1, detectada inicialmente em Manaus (AM).

A vacina tem 94% de eficácia contra o Sars CoV-2 original.

Para a pesquisa, cientistas produziram 3 vírus recombinantes de acordo com as mutações das 3 variantes. Além disso, foram reproduzidas outras duas versões com mutações genéticas da cepa da África do Sul.

Nos casos das variantes do Brasil e do Reino Unido, a vacina apresentou eficácia “robusta”, indica o estudo. Contra a variante sul-africana, a eficácia é um pouco mais baixa.

Três dos vírus testados continham a mutação que ocorre na proteína spike, usada como porta de entrada do coronavírus nas células humanas. Um deles foi na variante B.1.1.7, o 2º foi na variante P.1. e o 3º, na B.1.351

Também foram analizadas as mutações D614G e K417N, E484K, N501Y na variante da África do Sul. Elas podem ser responsáveis pela taxa maior de transmissão do vírus.

O estudo foi realizado com sangue de 15 pacientes que receberam a vacina. Os pesquisadores colocaram o sangue em contato com as versões do vírus em laboratório.

Mas o estudo é limitado porque as mutações têm potencial de alterar a neutralização, disseram os autores.

“Cada ensaio de neutralização com um vírus alvo diferente é único, e comparações entre títulos de neutralização de diferentes ensaios devem ser interpretadas com cautela”, declararam os pesquisadores.

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Pouco mais de 1% dos baianos recebeu a segunda dose da vacina contra a Covid-19

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Um total de 164.554 pessoas recebeu a segunda dose da vacina contra a Covid-19, conforme dados da Secretaria Estadual da Saúde (Sesab). O número corresponde a pouco mais de 1% da população baiana, estimada em 14,93 milhões pelo IBGE em 2020.

Entre os que já receberam as duas doses, 120.162 são trabalhadores da área da saúde, enquanto 22.577 são idosos com mais de 90 anos; 10.956 são indígenas aldeados; 4.855 são idosos de instituições de longa permanência; 3.291 são idosos entre 85 a 89 anos; 2.425 são idosos entre 80 e 84 anos; e 288 são pessoas com deficiência.

Entre os municípios, se destaca Salvador, com 44.627 pessoas que tomaram as duas doses da vacina. A capital é seguida por Feira de Santana (7.310), Ilhéus (5.480), Vitória da Conquista (4.119) e Juazeiro (2.563).

Por enquanto, 378.991 baianos receberam apenas a primeira dose do imunizante contra a Covid-19. Todas as vacinas que chegaram ao estado até o momento necessitam de duas doses para a imunização completa.

BN

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Conselho Baiano de Turismo critica prorrogação de ‘lockdown’ na Bahia: ‘Não é justo’

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Entidade é contra decisão do governador Rui Costa | Foto: Paula Fróes / GOVBA

O Conselho Baiano de Turismo (CBTur), formado por entidades que representam o setor no estado, manifestou-se contra a decisão do governo baiano de estender a suspensão das atividades econômicas não essenciais até o dia 15 de março. 

Em nota, o CBTur disse ser a favor de “medidas enérgicas para conter a disseminação do vírus Covid-19 e suas variantes”, mas pediu que o fechamento das atividades fosse substituído por outras medidas menos gravosas para a economia. 

“Ao invés do fechamento das atividades empresariais, reivindicamos que seja intensificada a fiscalização dos locais em funcionamento irregular que geram aglomerações e potenciais riscos à toda a sociedade, disponibilidade de testes para pessoas com sintomas no início da doença, abertura de novos leitos de UTI e aceleração na vacinação”, afirma o conselho na nota. 

“Não é justo punir os estabelecimentos que cumprem com os protocolos estabelecidos pelas autoridades de saúde, seus colaboradores e prestadores de serviços que estão lutando diariamente pela sobrevivência das empresas e de suas famílias”, defende a entidade.

PRORROGAÇÃO DO LOCKDOWN
O governo da Bahia decidiu prorrogar por mais uma semana o decreto que restringe atividades não essenciais na Região Metropolitana de Salvador. A decisão foi tomada pelo prefeito Bruno Reis, pelo governador Rui Costa e demais gestores da RMS, em reunião virtual feita neste sábado (6), mesmo dia em que o estado bateu mais um recorde de internações por Covid-19 em Unidades de Terapia Intensiva públicas. 

Os gestores chegaram à conclusão após avaliação dos números do novo coronavírus na cidade. Mesmo com a abertura de novos leitos no Hospital Salvador, na tenda da Arena Fonte Nova, do novo gripário em São Cristóvão e na segunda unidade de suporte ventilatório nos Barris, a taxa de ocupação de leitos em Salvador é de 85% e, na Bahia, é de 87%. Para evitar o colapso no sistema de saúde, a saída foi, mais uma vez, prorrogar a medida de restrição do comércio por mais uma semana e, assim, garantir o isolamento social e diminuir a taxa de transmissão.

BN

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