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Bolsonaro culpa Leonardo DiCaprio por queimadas na Amazônia

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© Reprodução/Facebook

Bolsonaro ironizou as doações que o ator teria realizado para a ONG WWF-Brasil e que, segundo Bolsonaro, seria a responsável por incêndios criminosos na Amazônia.

“Uma ONG ali pagou R$ 70 mil por uma foto fabricada de queimada. O que é mais fácil? ‘Toca’ fogo no mato. Tira foto, filma, manda para a ONG, a ONG divulga, entra em contato com o Leonardo DiCaprio e o Leonardo DiCaprio doa US$ 500 mil para essa ONG. Leonardo DiCaprio, você está colaborando com as queimadas na Amazônia”, disse Bolsonaro.

Para endossar as acusações, sem provas, Bolsonaro citou a prisão preventiva dos quatro brigadistas da organização Brigadas de Alter do Chão do Pará, acusados de serem os responsáveis por queimadas no mês de setembro. Eles foram soltos nesta quinta-feira.

Bolsonaro ainda pediu que seus seguidores não façam doações as ONG’s. “Não doe dinheiro para ONG, acabe com essa história. Não estão lá para preservar o meio ambiente, estão lá em causa própria. Estava circulando uma foto dos quatro ongueiros parece que é verdadeiro, não tenho certeza. Os caras vivendo em luxúria de fazer inveja para qualquer trilionário e ganhando a vida como? Tacando fogo na Amazônia! Grande jogada. Taca fogo na Amazônia, divulga as imagens e ganha um dinheirinho do Leonardo DiCaprio. Ô DiCaprio pisou na bola, hein? Pelo amor de Deus”, reiterou o presidente.

Eduardo Bolsonaro

O ataque ao ator e ativista Leonardo DiCaprio ocorre no mesmo dia em que o deputado Eduardo Bolsonaro acusou, pelas redes sociais, ator de ter doado “US$ 300.000 para a ONG que tocou fogo na Amazônia”.

Eduardo Bolsonaro@BolsonaroSP

Leonardo DiCaprio doou USD 300.000 para a ONG que tocou fogo na Amazônia, a ONG @WWF pagou R$ 70.000 pelas fotos da floresta em chamas.

Macron e Madonna foram mais espertos, só pegaram na internet umas fotos tiradas décadas atrás de alguma floresta pegando fogo e postaram mesmo.

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14,8 mil10:07 – 28 de nov de 2019Informações e privacidade no Twitter Ads5.334 pessoas estão falando sobre isso

Catraca Livre


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Alerj escolhe deputados para julgar impeachment de Witzel

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© Wilton Junior / Estadão

Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) escolheu na tarde desta terça-feira, 29, por votação, os cinco deputados estaduais que vão compor o tribunal misto responsável por julgar o pedido de impeachment do governador Wilson Witzel (PSC). São Alexandre Freitas (Novo, com 55 votos), Chico Machado (PSD, com 54 votos), Waldeck Carneiro (PT, com 51 votos), Dani Monteiro (PSOL, com 37 votos) e Carlos Macedo (Republicanos, com 34 votos). Nenhum deles apoia Witzel.

A eleição terminou por volta das 16h15, mas a apuração foi confusa – vários parlamentares fizeram seus próprios controles e cada um obteve resultado diferente dos demais. A apuração oficial, que demorou mais de duas horas, indicou empate entre Macedo e Anderson Moraes (PSL), ambos com 34 votos. Macedo foi escolhido por ser mais velho. O resultado só foi proclamado às 18h45.

Os parlamentares vão se juntar aos cinco desembargadores escolhidos na segunda-feira, 28, por sorteio: Teresa de Andrade Castro Neves, José Carlos Maldonado de Carvalho, Maria da Glória Oliveira Bandeira de Mello, Fernando Foch e Inês da Trindade.

A primeira função dessas dez pessoas será decidir se aceitam ou não a denúncia contra Witzel. Se houver empate, o voto de desempate será do presidente do Tribunal de Justiça do Estado do Rio (TJ-RJ), desembargador Cláudio de Mello Tavares, que também vai presidir o tribunal misto. Caso a denúncia seja aceita, o processo prosseguirá, tendo o prazo de 120 dias para ser concluído.

Para que Witzel seja cassado são necessários sete votos a favor do impeachment, no julgamento final. Se a cassação for aprovada, Witzel perderá definitivamente o cargo e o vice Cláudio Castro (PSC), que atualmente é governador interino, se tornará o titular.

Nesta terça-feira, nove dos 70 deputados se candidataram a integrar a comissão: Renan Ferreirinha (PSB, com 33 votos), Alana Passos (9 votos), Filippe Poubel (20 votos) e Anderson Moraes, todos do PSL, além dos cinco eleitos. Cada parlamentar foi chamado para declinar o nome de seus cinco escolhidos.

Os três parlamentares mais votados – Freitas, Machado e Carneiro – já haviam integrado a primeira comissão que analisou o pedido de impeachment de Witzel.

Estadão

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Esporte

Neymar entra na lista de devedores da Espanha por dívida de R$ 228 milhões

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© Getty Images Neymar, com a camisa do Barcelona

O atacante Neymar, ex-Barcelona e hoje no Paris Saint-Germain, entrou na lista de devedores da Agência Tributária da Espanha publicada nesta quarta-feira, revela a Agência EFE.

De acordo com o órgão, o brasileiro não pagou até 31 de dezembro de 2019 uma dívida de 34,6 milhões de euros (R$ 228 milhões) entre tributos e impostos.

Ele é a pessoa física com maior débito a ser pago junto ao Fisco espanhol.

O valor é referente aos quatro anos em que o jogador viveu em Barcelona e também referente à sua transferência ao PSG em 2017.

O jornal EI Mundo revelou em 2019 que o Tesouro espanhol estava investigando a transferência de Neymar para o clube francês e o bônus de renovação acordado com o Barça antes de sua saída.

Como a transação aconteceu oficialmente em agosto de 2017, o atacante passou mais de 183 dias na capital catalã, ou seja, deveria ter declarado todo o seu rendimento anual normalmente, como residente fiscal na Espanha.

ESPN

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Kassio Nunes será indicado ao STF por Bolsonaro

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Kassio Nunes | Divulgação

Jair Bolsonaro escolheu um azarão para ser o novo ministro do Supremo: o piauiense Kassio Nunes, desembargador do Tribunal Regional Federal da 1ª Região. Nunes não frequentava qualquer lista de candidatos possíveis.

Católico, é tido como um dos desembargadores federais mais produtivos entre seus pares: profere uma média de 600 decisões por dia.

Nunes esteve com Bolsonaro no Palácio do Planalto ontem para que o martelo fosse batido. Há algum tempo, Nunes trabalhava sua ida ao STJ. Mas Bolsonaro tinha outros planos para ele.

Agora, André Mendonça, Augusto Aras, Marcelo Bretas, Jorge Oliveira e outros menos votados terão que esperar a vaga a ser aberta com a aposentadoria de Marco Aurélio Mello, em 2021, para tentar viabilizar o sonho de sentar numa cadeira de ministro do STF.

Como o nome de Nunes ainda não foi enviado ao Senado, patrocinadores das outras candidaturas continuam trabalhando ativamente. Até por que Bolsonaro já voltou atrás em decisões tomadas, embora tenha feito ontem o convite a Nunes .

OGLOBO

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