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Guaidó pedirá ao Parlamento declaração de ‘estado de alerta’ na Venezuela

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© Sérgio Lima O autodeclarado presidente interino da Venezuela, Juan Guaidó, durante visita ao Brasil

autodeclarado presidente interino da Venezuela e líder da oposição, Juan Guaidó, anunciou neste domingo (10.mar.2019) que pedirá ao Parlamento declaração de “estado de alerta” na Venezuela. O pedido será realizado na 2ª feira (11.mar).

O país sofre 1 apagão desde 5ª feira (7.mar). O objetivo da medida, segundo Guaidó, é pedir ajuda internacional.

“Para o dia de amanhã convocamos uma sessão de emergência extraordinária de urgência do Parlamento Nacional para tomar ações imediatas em relação à ajuda humanitária necessária”, disse Guaidó em entrevista coletiva.

A apagão sem precedentes já deixou 17 pacientes renais mortos. É a pior crise já registrada no país de 30 milhões de habitantes. O blackout teve início às 16h53 locais (17h53 em Brasília).

A crise energética se transformou em 1 novo atrito entre o presidente Nicolás Maduro e Juan Guaidó. No sábado (9.mar), opositores e apoiadores do regime de Nicolás Maduro foram às ruas de Caracas para protestar.

As manifestações foram inicialmente convocadas por Juan Guaidó, que chamou o povo a “expressar maciçamente nas ruas contra o regime usurpeante, corrupto e incapaz”. Maduro e seus apoiadores reagiram.

Poder360

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Coronavírus custou entre 15 e 22 bilhões de dólares a Shell

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© BEN STANSALL

A gigante do petróleo Royal Dutch Shell anunciou nesta terça-feira que seus ativos registraram uma depreciação de entre 15 e 22 bilhões de dólares no segundo trimestre, consequência do impacto da pandemia de coronavírus na demanda e nos preços dos combustíveis.

“No segundo trimestre, a Shell revisou suas perspectivas de valores a médio e longo prazo e suas perspectivas de margens para refletir o impacto da pandemia de COVID-19”, explica a empresa em um comunicado. 

O grupo acrescenta que reavaliou seus ativos tangíveis e intangíveis e registrará “gastos de depreciação de 15 a 22 bilhões de dólares após impostos no segundo trimestre”.

A empresa aposta em um barril de petróleo a 35 dólares este ano, um preço que não permite geralmente aos grandes grupos de petróleo gerar lucros. A Shell prevê um barril a 40 dólares no próximo ano e 50 dólares em 2022.

As cotações do petróleo começaram 2020 ao redor dos 60 dólares, antes de uma queda expressiva em março e abril.

No primeiro trimestre, a Royal Dutch Shell entrou no vermelho devido à queda dos preços do petróleo, o que levou a empresa a reduzir seus dividendos pela primeira vez desde os anos 1940.

AFP

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OMS atualizará orientações após “grande notícia” sobre remédio contra Covid-19

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© Reuters/YVES HERMAN

A Organização Mundial da Saúde (OMS) disse que se prepara para atualizar suas orientações sobre o tratamento de pessoas com Covid-19 em reação aos resultados de um teste clínico que mostrou que um esteroide barato e comum pode ajudar a salvar pacientes gravemente doentes.

Resultados de testes anunciados na terça-feira mostraram que a dexametasona, usada desde os anos 1960 para diminuir inflamações de outras doenças, como artrite, reduziu em cerca de um terço as taxas de mortalidade entre pacientes de Covid-19 gravemente doentes e hospitalizados.

A orientação clínica da OMS para o tratamento de pacientes infectados com o novo coronavírus se dirige a médicos e outros profissionais de saúde e almeja usar os dados mais recentes para informar os clínicos gerais sobre a melhor maneira de combater todas as fases da doença, da verificação à alta hospitalar.

Embora os resultados do estudo sobre a dexametasona sejam preliminares, os pesquisadores por trás do projeto disseram que leva a crer que o remédio deveria se tornar um recurso padrão no cuidado de pacientes com casos graves imediatamente.

Em pacientes de Covid-19 com uso de ventiladores, ficou demonstrado que o tratamento reduz a mortalidade em cerca de um terço, e para pacientes que só precisam de oxigênio a mortalidade foi reduzida em cerca de um quinto, de acordo com dados preliminares compartilhados com a OMS.

O benefício só foi visto em pacientes de Covid-19 gravemente doentes e não foi observado em pacientes com uma doença mais amena.

A boa notícia chega no momento em que infecções de coronavírus se aceleraram em alguns locais, como os Estados Unidos, e em que Pequim cancelou dezenas de voos para ajudar a conter um novo surto na capital chinesa.

“Este é o primeiro tratamento em que se mostrou reduzir a mortalidade em pacientes com Covid-19 que precisam de oxigênio ou do auxílio de ventilador”, disse o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, em um comunicado emitido na noite de terça-feira. A agência disse que aguarda a análise dos dados completos do estudo nos próximos dias.

“A OMS coordenará uma meta-análise para aprimorar nosso conhecimento geral desta intervenção. A orientação clínica da OMS será atualizada para refletir como e quando o remédio deve ser usado para Covid-19”, acrescentou a agência.

Mas a principal autoridade de saúde da Coreia do Sul alertou para o abuso do medicamento em pacientes de Covid-19.

“(Ele) já é usado há tempos em hospitais sul-coreanos para pacientes com diversas inflamações”, disse Jeong Eun-kyeong, chefe do Centro para Controle e Prevenção de Doenças da Coreia (KCDC). “Mas alguns especialistas alertam que o remédio não só reduz a reação inflamatória nos pacientes, mas também o sistema imunológico, e pode desencadear efeitos colaterais. O KCDC está debatendo seu uso em pacientes com Covid-19.”

Reuters

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Situação “extremamente grave” de surto de Covid-19 em Pequim soa como advertência para Europa

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© AP – Mark Schiefelbein

As autoridades de Pequim diagnosticaram 27 novos casos de infecção por coronavírus nas últimas 24 horas, elevando para 106 o número de pessoas com a Covid-19 em cinco dias. A situação da epidemia em Pequim é “extremamente grave”, disse o porta-voz do prefeito nesta terça-feira (16), depois que centenas de pessoas foram infectadas desde a semana passada, na capital chinesa.

Pequim está “correndo contra o relógio” diante do novo coronavírus, disse o porta-voz do prefeito, Xu Hejian, à imprensa. A cidade de 21 milhões de habitantes intensificou os esforços contra a Covid-19 e atualmente tem capacidade para realizar mais de 90.000 testes de diagnóstico por dia.

Esse surto epidêmico despertou o medo de uma “segunda onda” da pandemia. A Organização Mundial da Saúde (OMS) informou na segunda-feira (15) que estava acompanhando a situação em Pequim “de muito perto” e mencionou o possível envio de mais especialistas nos próximos dias.

O surto começou no gigantesco mercado atacadista de Xinfadi, um dos maiores da Ásia, onde o vírus foi detectado na semana passada. Desde então, outros quatro mercados da capital foram fechados total ou parcialmente e cerca de trinta áreas residenciais foram colocadas em quarentena. Os alunos do ensino fundamental e do primeiro ciclo do ensino médio podem retomar as aulas em casa.

O recrudescimento de casos da Covid-19 na China é acompanhado com atenção pelas autoridades europeias. O espaço Schengen de livre circulação, que inclui 22 países do bloco, acaba de reabrir suas fronteiras internas, para tentar salvar a temporada turística do verão. A França reabriu ontem seus bares e restaurantes, depois de constatar um recuo constante da epidemia desde meados de maio. “O pior ficou para trás”, declarou nesta segunda-feira (15) o ministro francês da Saúde, Olivier Verán.

A maior parte dos países europeus elaborou planos para confinar novamente as populações, caso surjam surtos localizados de coronavírus. Uma segunda onda da pandemia seria catastrófica para a economia europeia, que enfrenta a pior recessão de sua história.

RFI

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