Nossa reportagem esteve nessa segunda-feira (18) buscando informações sobre a suposta ação da polícia civil de ter ido ao Colégio Sacramentinas a fim de notificar uma professora por ter citado o evento “guerra de espadas” como atração cultural da cidade.

Em conversa com a Professora Carla a mesma infirmou que havia dito durante as comemorações de encerramento das atividades para o período junino que citava as tradições de Bonfim, tais como, fogueira, comidas típicas e a nossa velha guerra de espadas… “Hum!!! Óh meu Jesus Cristinho, não deixe acabar isso, não”, pontuou a professora. E naquele momento em conversa ela disse que o delegado Felipe Neri havia ido a tarde com escrivão na escola, porém fomos procurados por Dr. Felipe que relatou que em momento nenhum esteve na escola, muito menos para tal ação como havia sido citado injustamente, que não é papel da polícia civil proibir que citem o evento “guerra de espadas”.

Nosso Repórter Netto Maravilha foi ao colégio e recebeu a informação de que de fato o Delegado não esteve em momento algum, na instituição de ensino, como havia sido comentado pela professora.

Em tempo queremos fazer uma retratação e pedido de desculpas por ter citado o nome do Delegado Felipe Neri de forma indevida, porém ressaltamos que tentamos contato com o mesmo por telefone fixo de sua sala no complexo policial, porém não obtivemos êxito.

Procuramos o Ministério Público local que em nota esclarece também sobre o ocorrido.

Segundo a Promotoria de Justiça de Senhor do Bonfim, não procedem as informações de que existiu ameaça de prisão a qualquer professor do Colégio Sacramentinas e de que foi pedida à instituição a suspensão das aulas sobre tradições regionais. A promotora informa que orientou à direção do estabelecimento de ensino que evite o fomento e a exaltação à “guerra de espada”, por ser um evento proibido no município de Senhor do Bonfim. A promotora destaca que a espada é um artefato cujo fabrico e uso são proibidos por lei. [Atenciosamente,Assessoria de Imprensa]

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