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Policlínica suspende exames de ressonância magnética em Bonfim

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Inaugurada recentemente a Policlínica Regional de Bonfim, apresenta seus primeiros problemas, exames de ressonâncias magnéticas estão suspensos temporariamente para pacientes da região.

Desde a última quarta-feira não estão sendo realizados esse tipo de exames, o que ocasiona atraso para resultados de paciente que necessitam e vem de várias cidades pertencentes ao consórcio.

Reportagem do Blog do Netto Maravilha esteve conversando com Angeli Matos, uma das coordenadoras da unidade, que nos informou, “na última quarta-feira (27), o nobreak apresentou problema e não estava gerando energia para o tomógrafo, chamamos o técnico que constatou que não estava gerando energia para o aparelho e, pediu para não ligar até que seja solucionado o problema, e até mesmo para não insistir e acabar gerando outros problemas no próprio aparelho, que tem um custo elevado, mas na próxima segunda-feira (02), os técnicos providenciarão solucionar e assim que solucionado retomaremos com as realizações do exames, por enquanto estamos informando as centrais de marcações das cidades consorciadas para que não enviem seu pacientes, a fim de que não deem viagem perdida, mas em breve isso será solucionado”, disse Angeli.

Blog do Netto Maravilha

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Jaguarari

Prefeitura de Jaguarari leva atendimento médico à zona rural com o Projeto Saúde nas Comunidades

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Visando garantir acesso aos atendimentos e procedimentos médicos aos moradores da zona rural do município, a prefeitura de Jaguarari através da Secretaria de Saúde iniciou na última semana o Projeto Saúde nas Comunidades no distrito de Gameleira. Nos dias: 06, 07 e 09, segunda, terça e quinta-feira respectivamente, foram disponibilizados exames de: ultrassonografia, eletrocardiograma e exames laboratoriais. Esse Projeto visa levar uma extensão dos serviços de saúde que seriam realizados na sede e que devido à pandemia causou o isolamento de seus moradores em suas localidades.

“Após analisar a atual situação do município e o trabalho preventivo e de combate realizado contra a Covid-19, e constatarmos que está dentro do esperado, decidimos que esses serviços seriam retomados gradativamente, seguindo todos os protocolos de saúde estabelecidos. Com esse intuito a administração municipal estará levando as especialidades e a realização de exames para as próprias comunidades, evitando que seus moradores precisem se deslocar até a sede do município. Esse projeto será estendido a todas as localidades. Já nesta segunda-feira (13), o projeto está na localidade de Jacunã disponibilizando serviços de saúde aos seus moradores”, destacou o secretário de Saúde – Rodrigo Cruz.

ASCOM – Prefeitura de Jaguarari

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Economia

Bolsonaro autoriza suspensão de contratos de trabalho por mais 60 dias

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© Reinaldo Canato/VEJA.com

O presidente Jair Bolsonaro autorizou a ampliação do prazo para redução de até 70% na jornada e salário e suspensão de contratos de trabalho, medidas que fazem parte do BEM, programa do governo federal para mitigar o fechamento de postos de trabalho com carteira assinada durante a pandemia do novo coronavírus.

De acordo com decreto publicado nesta terça-feira, 14, fica autorizado que empresas possam reduzir por mais 30 dias a jornada e o salário, completando quatro meses (120 dias) desde que a medida foi anunciada. Para a suspensão dos contratos, o prazo foi ampliado em 60 dias, e também passa a completar quatro meses (120 dias). Até o momento, 12,9 milhões de acordos para alteração de contratos foram assinados, segundo o Ministério da Economia.

A permissão para mudança dos contratos e o pagamento de benefício emergencial para trabalhadores que sofreram com a mudança está vigente desde abril, com a publicação da medida provisória 936. O aumento do prazo do BEM, como é chamado o programa, era considerado fundamental para dar mais fôlego às empresas durante a retomada gradual em meio à pandemia. A permissão para ampliação do programa foi dada pelo Legislativo, quando aprovou a MP. Com isso, Bolsonaro pode dilatar o BEM via decreto, conforme feito nesta terça-feira.Continua após a publicidade

Na avaliação do Ministério da Economia, o programa é um sucesso e ajudou a segurar demissões durante a fase mais aguda da crise. A ampliação do prazo é tida como uma ferramenta para preservar empregos durante a retomada. Tendo ferramentas para não demitir, os empresários ganham fôlego para estudar qual o tamanho necessário da mão de obra, enquanto o governo tem mais tempo para traçar planos de retomada do emprego, fundamentais para o momento pós-crise.

Segundo o decreto, a suspensão do contrato de trabalho poderá ser efetuada de forma fracionada, em períodos sucessivos ou intercalados, desde que esses períodos sejam iguais ou superiores a 10 dias e que não seja excedido o prazo de 120 dias. O trabalhador que tiver o contrato suspenso recebe do governo o equivalente ao que teria direito do seguro-desemprego (entre 1.045 reais e 1.813 reais), além de ajuda compensatória da empresa, caso o empregador tenha faturamento superior a 4,8 milhões de reais.

Já na redução de salário e jornada de trabalho, que pode ser de 25%, 50% ou 70%, o trabalhador recebe um percentual do que teria direito do seguro-desemprego, conforme o que foi reduzido do seu salário. Caso a redução seja de 25%, por exemplo, a empresa irá pagar 75% do salário e o governo bancará o benefício equivalente a 25% do valor do seguro-desemprego que aquele trabalhador teria direito caso fosse demitido. Além do benefício, tanto no caso da redução quanto no caso da suspensão de contrato, o trabalhador tem estabilidade de trabalho por período igual a alteração do contrato. A alteração do contrato de trabalho pode ser feita mediante a acordo individual entre empregador e empregado caso o trabalhador receba até três salários mínimos (3.135 reais) ou se tiver salário acima dos 12 mil reais e curso superior — o chamado hipersuficiente segundo a legislação trabalhista. Quem tem salário entre esses valores só pode ter o contrato reduzido ou suspenso após negociação coletiva com o sindicato que representa a categoria.

VEJA.com

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Noticias

Grupo calcula 90 mil mortes até o fim do mês

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Até o fim deste mês o Brasil deve registrar 2,5 milhões de casos de covid-19 e até 90 mil mortes provocadas pela doença. A previsão é do grupo Covid19Analytics, composto de economistas da PUC-RJ e da FGV, que vem tendo um dos melhores índices de acerto nas previsões de curto prazo sobre a epidemia, com margem de erro de apenas 2%.

De acordo com os especialistas, houve uma estabilização no número de mortes, porém num patamar ainda considerado muito elevado, que varia de 900 a 1.100 registros por dia. Tampouco há ainda previsão de queda: até o fim do mês a previsão é de que o gráfico seguirá estável.

“Não parou de morrer gente e as pessoas vão continuar morrendo”, frisa o economista Marcelo Medeiros, um dos coordenadores do grupo. “Mas o fato é que vinha numa aceleração muito rápida, exponencial, e deu uma desacelerada.”

Segundo o último relatório do grupo, divulgado no dia 10, a epidemia está em franca interiorização e é extremamente heterogênea no país. Quando são comparadas as situações de diferentes estados, municípios e até mesmo regiões específicas dentro das cidades as realidades são muito diferentes.

“São várias ondas diferentes e misturadas”, disse o economista. “Os Estados, e mesmo os municípios, estão em tempos epidemiológicos muito diferentes.”

Em relação ao número de reprodução (aquele que revela quantas pessoas em média um infectado contamina), ele se mantém estabilizado no país em 1,15. O ideal é que este número esteja abaixo de um. O número ideal só foi alcançado no Pará e no Amapá. Nos outros estados e no Distrito Federal o número de reprodução varia entre 1,0 e 1,5.

Ainda assim, o número de mortes parece estabilizado em São Paulo e em queda no Rio de Janeiro, segundo os economistas.

“São Paulo conseguiu dar uma achatada na curva e espalhar mais as mortes”, explicou Medeiros. “No Rio, houve um pico grande e uma queda. Quando comparamos o número de mortes por milhão de habitante, o Rio teve uma taxa maior do que a da Suécia, equivalente à da França, quase igual à da Itália. Mas como o nosso sistema de saúde não entrou em colapso, não tivemos a real dimensão da tragédia.”

O economista frisa, no entanto, que os números não refletem ainda a recente flexibilização das medidas de isolamento social em vários estados. A nova realidade só começará a aparecer dentro de pelo menos duas semanas.

Estadão

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