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Superlua, Lua azul e Lua de sangue acontecem nesta quarta

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Nesta quarta (31) ocorrerá uma conjunção astronômica pouco comum. Teremos, ao mesmo tempo, as chamadas Superlua, Lua azul e Lua de sangue – esta uma consequência de um eclipse lunar total. A Nasa (agência espacial americana) vem chamando essa convergência lunar de “Superlua azul de sangue” (Super Blue Blood Moon, em inglês). Os brasileiros, no entanto, com exceção de quem vive em algumas localidade do extremo Norte, não poderão observar o eclipse. A maioria da população terá de se contentar com a Superlua, fenômeno que ocorre várias vezes ao ano.

A Superlua ocorre quando a Lua está cheia e no momento de máxima aproximação de nosso planeta, o chamado perigeu. O efeito é um brilho do nosso satélite natural 14% maior do que o normal. A Lua azul é o nome dado dado à segunda lua cheia que acontece em um mesmo mês. Apesar do nome, não há alteração de sua cor. Já a Lua de sangue ocorre durante um eclipse lunar total, quando a sombra da Terra se projeta sobre a Lua, deixando-a avermelhada. O efeito se dá pela refração de raios de luz solar que são desviados pela atmosfera da Terra e acabam chegando à Lua, mesmo encoberta pela sombra do nosso planeta. A “Superlua azul de sangue” será melhor observada no costa oeste do EUA, na Ásia e na Oceania. Com informações da Folhapress.

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Astronauta que foi à Lua não vê sentido em ir a Marte

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© Nasa Aeronave se aproxima da atmosfera de Marte

A exploração espacial é uma prioridade para você? Uma pesquisa de 2018 indicou que menos do que um em cada cinco norte-americanos veem a ida da humanidade ao planeta Marte como uma prioridade. Nesta semana, William Anders, astronauta que fez parte da tripulação da missão Apollo 8, a primeira aeronave a voar na órbita da Lua em 1968, fez críticas ao empreendimento interplanetário de levar pessoas ao planeta vermelho.

Em entrevista a um documentário de rádio da BBC, Anders considera que as missões tripuladas para Marte que a Nasa planeja para os próximos anos são estúpidas e quase ridículas. “O que é imperativo? O que está nos levando a ir a Marte?”, indagou o ex-astronauta. Ele alega que a falta de interesse público é um dos problemas de missões ao planeta vermelho.

Ainda assim, Anders se diz entusiasta das missões não tripuladas, que são mais baratas para a Nasa e não colocam pessoas em risco. Vale notar que o foguete que poderia levar humanos a Marte ainda não está finalizado. Além do risco de explosão no lançamento, a viagem também oferece risco de câncer, em razão da radiação; de redução da visão, da densidade óssea e da massa muscular, devido à ausência de gravidade; e, por fim, há o risco da aterrissagem, uma vez que a gravidade de Marte é diferente da que temos na Terra e, por isso, seriam necessários foguetes permitem chegar ao solo em segurança.

Frank Borman, ex-astronauta que participou da missão Apollo 8, também vê o entusiasmo pelo planeta vermelho como algo demasiado. “Há muita empolgação com Marte que não tem sentido. Musk e Bezos, eles falam sobre colocar colônias em Marte, isso não tem sentido”, afirmou Borman. No entanto, ele se diz apoiador da exploração espacial e vê a humanidade no espaço como parte disso.

Em 2010, a Nasa anunciou planos de levar uma missão tripulada para voar na órbita e pousar em Marte em meados da década de 2030. Neste ano, a agência espacial americana pousou com sucesso a sonda InSight no planeta vermelho para estudar a sua geologia.

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O que significam as principais tatuagens de presidiário?

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A tatuagem é muito popular nos presídios, como uma comunicação cifrada entre os detentos brasileiros. Essas mensagens podem esconder a história de um crime ou revelar uma vida de delitos. Por isso, entender esses significados pode auxiliar a investigação policial e até antecipar uma ação criminosa.

1) Say my name

A lenda brasileira diz que para capturar um saci é preciso jogar uma peneira sobre um redemoinho, retirar o capuz dele (para garantir obediência) e prendê-lo em uma garrafa. Mas na tatuagem a história do saci é outra. No mundo do crime, o desenho costuma identificar traficantes e usuários de drogas. O termo “sacizeiro” é uma gíria comum entre usuários de crack – pois remete ao cachimbo do saci. Caso seja de um criminoso ligado ao tráfico, a tatuagem do saci indica que a pessoa trabalha no preparo e controle de qualidade das drogas ou é responsável pela distribuição.

2) Índice da criminalidade

Um tipo de tatuagem muito comum na população carcerária brasileira são os pontos.Normalmente tatuados na mão ou no rosto do detento, eles indicam uma espécie de classificação do criminoso. Um único ponto representa um ladrão ainda no estágio inicial da bandidagem, como um simples batedor de carteiras. Dois pontos significa que aquele é um estuprador. Três pontos indica que se trata possivelmente de uma pessoa viciada em drogas. Quatro é a marca de alguém que atua no tráfico. Já cinco pontos tatuados nas costas da mão é o sinal de que aquele criminoso é um homicida e que está no alto escalão na hierarquia docrime.

3) Sem arrependimento, sem perdão

Pela natureza perniciosa, na nossa cultura o diabo está ligado ao pecado, ao caos, ao vício e ao pior do comportamento humano. Por isso, encontrar um bandido com uma tatuagem de diabo é encarar a personificação do mal. Essa é uma tatuagem feita em geral por quem tem prazer em matar. É comum encontrar o desenho do diabo em pistoleiros e matadores de aluguel, bandidos perigosos e que transformam o ato de tirar a vida de outras pessoas (principalmente de seus rivais) em um ofício. E, como até no mundo docrime negócios são negócios, essas pessoas que matam por encomenda são muito frias e não sentem remorso por seus atos.

4) Dia de caça

No candomblé, Oxóssi é o orixá da caça. Com um nome que pode ser traduzido como “guardião popular”, é também o protetor daqueles que saem todos os dias para o trabalho em busca de sustento. É muito comum encontrar na população carcerária a tatuagem de um arco e flecha, o símbolo que representa esse orixá. Além do sentido relacionado a um “grande guerreiro caçador”, os criminosos desenham esse símbolo para se proteger de prisões e emboscadas. Com o mesmo objetivo de ter o “corpo fechado”, alguns presos tatuam as figuras de São Jorge e do arcanjo Miguel, também símbolos de proteção contra a investida de inimigos.

5) Bandidos explosivos

A tatuagem de um mago ou de um bruxo envolve significados que a própria figura representa, como força, proteção, sabedoria e magia. No mundo do crime, essa tattoo tem um caráter menos nobre. Muitos detentos com histórico de assaltos a ônibus e estabelecimentos comerciais têm um bruxo tatuado no corpo. Alguns desses “magos docrime” são especialistas em armas e explosivos, tendo entre seus alvos prediletos lojas com cofres e caixas eletrônicos.

6) Fama de ladrão

O desenho de um escorpião foi a primeira tatuagem utilizada dentro e fora dos presídios paulistas para identificar membros do Primeiro Comando da Capital (PCC), conhecida facção criminosa com origem no estado de São Paulo. Da mesma forma, o yin-yangtatuado no corpo também indica membros dessa organização. Essa marca foi escolhida por representar uma maneira de equilibrar o bem e o mal com sabedoria. Outra conhecida tatuagem de membros do PCC é o número 1533 – uma referência à 15ª letra do alfabeto (P) e à terceira (C). Alguns criminosos da facção têm a própria sigla tatuada no braço. Vários dos ex-líderes da organização que atualmente estão presos, como Marcos Willians Herbas Camacho (Marcola), possuem alguma dessas tatuagens no corpo.

7) Lealdade criminal

Embora essa imagem possa ter significados diferentes em outras pessoas, tenha certeza de que um bandido que tatua nas costas uma cruz com um crânio no meio já foi condenado pela Justiça. Esse tipo de tatuagem é a senha de que se trata de um bandido extremamente leal a seus colegas de cela – ou seja, a pessoa já esteve na prisão em alguma ocasião. Quem leva esse desenho no corpo é tido como alguém que sabe guardar segredo e em quem os outros detentos podem confiar.

8) Especialistas em drogas

Criatura mitológica, o duende é o equivalente europeu do saci – e como o nosso pererê, ele também faz muita bagunça. De maneira semelhante, os criminosos que tatuam um duende no corpo têm histórico baderneiro, geralmente associado ao uso e tráfico de drogas. Na população carcerária, a tatuagem de duende também sugere uma atividade de tratamento de entorpecentes no passado. Em geral, são pessoas que faziam um trabalho meticuloso de refino, empacotamento e teste de qualidade das drogas.

9) Boneca sexual

Ter a inscrição “Amor só de mãe” ou um coração cortado por uma flecha tatuado no corpo pode significar uma vida de servidão sexual na cadeia. Essas imagens são feitas quase sempre à força por outros detentos. Estupradores também costumam ser “marcados” com essas tattoos. Assim, o criminoso pode ser reconhecido pelos outros e se torna um alvo em potencial para abusos sexuais dentro da cadeia. Também é comum a frase “Amor só de mãe” vir acompanhada de um nome feminino. Nesse caso, costuma ser um pedido de desculpas do criminoso à própria mãe.

10) Pecados de cada um

Normalmente, a tatuagem de Jesus pode ter o significado de força e esperança. Mas também pode indicar um homicídio, se o portador da imagem for um detento. Essa tatuagem é um recado de que, assim como Jesus, a pessoa também foi condenada por homens. O desenho costuma ter o Cristo crucificado, com a coroa de espinhos, o nome ou simplesmente suas iniciais – JC. Dependendo da parte do corpo em que estiver localizada, essa tatuagem pode ter significados diferentes. Nos braços, pernas e peito, é um indicativo de latrocínio (roubo seguido de morte). Se estiver localizada nas costas, pode ser um pedido de proteção do criminoso.

11) Matador de polícia

Há quem não veja graça alguma em palhaços. Com razão. Criminosos que portam essa tatuagem normalmente têm envolvimento com roubo, formação de quadrilha e morte de policiais. Muito associada à malandragem, a figura do palhaço costuma ser tatuada com um sorriso sarcástico e irônico. Os detalhes são importantes: caso a tatuagem tenha lágrimas pretas, significa que amigos foram mortos por rivais. Caso tenha lágrimas vermelhas, os camaradas foram mortos pela polícia. E se o desenho do palhaço estiver acompanhado de caveiras é quase certo que se trata de um assassino de policiais. A quantidade de caveiras marca quantos policiais ele já matou.

12) Marca do estupro

Vamos combinar: ter um pênis tatuado no corpo não é nada agradável, ainda mais se a tatuagem tiver sido feita contra a própria vontade. Pois esse é o estigma que acompanha os criminosos presos por estupro. Tratados com rigor por uma espécie de “código de ética” da bandidagem, estupradores costumam ter um pênis desenhado nas costas ou em outro lugar que seja bem visível. Essa é uma marca punitiva: um pênis tatuado no corpo significa que aquela pessoa será uma escrava sexual pelos anos que passar na cadeia, e que será sistematicamente violentada pelos outros detentos.

13 e 14) Bandido que rouba bandido

Essa é outra tatuagem punitiva. Também feita à força, a imagem de um arame farpadodenota que o preso é dedo-duro, o popular “X-9”. Ter uma tatuagem desse tipo revela que a pessoa é traiçoeira, capaz de fazer qualquer tipo de negociação para sair de trás das grades. Muito comum em assaltantes, a tatuagem de um arame farpado (na maioria das vezes encontrada em um dos braços) também pode significar que aquela pessoa já esteve presa por muito tempo. Uma variação do arame farpado é a tatuagem de uma serpente,também comum em criminosos traíras.

15) Ligações criminosas

Esqueça Peter Parker e o Homem-Aranha. No mundo docrime, ter uma aranha tatuada no corpo significa que aquele é um bandido que age em grupo. E mais: assim como a aranha, um predador que pacientemente prende e depois mata suas presas, o criminoso que ostenta essa figura costuma ser perigoso. Se a tatuagem mostrar uma aranha subindo pela teia, significa que o indivíduo está em ascensão na “carreira”. E quanto maior for a quantidade de aranhas ou de teias estampadas no corpo maior é a posição que o criminoso ocupa no grupo – como contador, conselheiro ou até mesmo líder.

16) Tocando o terror

O personagem é da Tasmânia, mas o bandido pode estar agindo perto de você. O popular desenho animado Taz é a melhor representação para criminosos indiciados por furto e roubo, e que agem em grupo. Como o personagem, que se locomove num redemoinho, há muitos registros de criminosos com essa tatuagem que participam de arrastões e roubos em bando. E, se o Taz tem um apetite sem limites e devora tudo o que encontra pela frente, esse tipo de bandido também costuma roubar tudo o que for possível: dinheiro, joias, bolsas, telefones e até mesmo as roupas das pessoas.

17) Camuflagem sorrateira

Um dos animais mais inteligentes do mar, o polvo sempre é associado à sua capacidade de escapar dos predadores. Talvez por isso seja muito frequente encontrar esse animal tatuado em pessoas acusadas de roubo e arrombamentos – normalmente bandidos hábeis em escapar. O polvo ilustra características muito desejadas por qualquer criminoso, como a camuflagem e a habilidade para contra-atacar seus inimigos. Sorrateiro, o polvo quando perseguido libera uma tinta escura para fugir e ainda é capaz de alterar a textura da própria pele para confundir e depois atacar suas vítima.

*Mundo Estranho

 

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O experimento do jovem que ficou sem dormir por 11 dias e 25 minutos

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Quanto tempo uma pessoa pode passar sem dormir?

Nos anos 1960, essa era uma pergunta que intrigava os cientistas. E era um desafio muito fascinante para aqueles que buscavam deixar seus nomes no Guinness Book, o livro dos recordes.

Em janeiro de 1964, Randy Gardner e Bruce McAllister embarcaram nessa aventura. Os jovens estudantes americanos queriam fazer um experimento científico para a escola onde estudavam – e tinham também a ambição de, quem sabe, entrar para o Guinness.

Para decidir quem seria ‘a cobaia’ no experimento, eles tiraram na moeda – e Randy foi o escolhido. Ele tinha apenas 17 anos na época.

A meta era superar a marca que até então um DJ de Honolulu sustentava: ele havia passado 260 horas sem dormir, um pouco menos do que 11 dias completos.

Randy conseguiu superá-lo por muito pouco: ele ficou 11 dias (o equivalente a 264 horas) e 25 minutos seguidos sem pegar no sono.

Bruce McAllister conta que ele e o amigo eram “muito criativos” e queriam fazer parte de um experimento científico relacionado ao sono.

“Inicialmente, nós queríamos saber qual seria o efeito da falta de sono nas habilidades paranormais. Mas nos demos conta que não havia maneira de fazer isso e optamos por estudar os efeitos da falta de sono nas habilidades cognitivas, nas habilidades para jogar basquete ou qualquer outra coisa que viesse na nossa cabeça”, relembra Bruce.

O jovem ficou acordado monitorando o comportamento do companheiro, mas, após a terceira noite, precisou descansar e pediu a outro amigo, Joe Marciano, que se juntasse ao grupo e assumisse a função.

O experimento aconteceu na casa dos pais de Bruce, em San Diego, nos Estados Unidos. 

Supervisão científica

William Dement, hoje professor emérito da Universidade de Stanford, na Califórnia, também se uniu ao grupo. Em 1964, ele era um cientista que começava a pesquisar um campo razoavelmente novo: a ciência do sono.

O professor havia lido em um jornal em San Diego sobre a história dos dois jovens que queriam bater esse recorde e os procurou.

Dement conta que os jovens se sentiram aliviados quando ele começou a fazer parte do grupo, já que, com ele, teriam a supervisão de um professor.

“Eles estavam preocupados com aquilo, tinham medo de que pudesse causar danos à saúde”, explica. “A pergunta que ainda não foi respondido é se alguém pode morrer se passar muito tempo sem dormir.”

Em um experimento feito com gatos, os animais morreram após terem ficado 15 dias sem dormir. A diferença é que nesse caso eles foram mantidos acordados com produtos químicos. 

Momentos críticos

A noite era sempre um momento muito crítico para eles, porque não havia coisas para fazer. Durante o dia, eles jogavam basquete e se mantinham ativos.

Os jovens experimentavam as diferenças no paladar, no olfato e no ouvido. “Logo começamos a perceber as mudanças: suas habilidades cognitivas, incluindo as sensoriais, começaram a ser afetadas. Mas a habilidade para jogar basquete melhorou”, conta Bruce. Eles também sentiram alterações no humor de Randy, que se irritava mais facilmente. O jovem também teve algumas alucinações durante o período.

Uma vez registrado o recorde, Randy passou 14 horas seguidas dormindo. Com o decorrer dos dias, seus padrões de sono voltaram ao normal. Inicialmente, ele não apresentou nenhum problema, mas depois de um tempo passou a sofrer de insônia.

Bruce explica que o projeto deixou algumas lições para a ciência.

Um hospital do Arizona enviou um computador que detectou que partes do cérebro de Randy haviam sido “sequestradas”. Em outras palavras, isso significava que partes do cérebro dele descansavam e eram repostas enquanto ele estava acordado.

A história dos dois acabou fazendo bastante sucesso e repercutiu bastante na imprensa na época. O nome deles ficou para sempre na história do Guinness, já que depois disso a empresa parou de registrar novas tentativas de bater esse recorde por conta dos riscos à saúde de quem se propusesse a isso.

No entanto, em 2007, um britânico alega ter ultrapassado esse número ficando acordado por 11 dias e 11 noites consecutivas.

Tony Wright, de 42 anos, alega ter conseguido o feito e diz que combateu o cansaço bebendo chá, jogando sinuca, consumindo uma dieta rica em alimentos crus e mantendo um diário. Ele permaneceu o tempo todo em um bar na cidade de Penzance monitorado por câmeras.

MSN

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